
Impeachment de Bolsonaro é irresponsabilidade e os moderados já são maioria no plenário da Câmara dos Deputados
O deputado federal Marcelo Ramos (PR-AM) afirma que cresce o número de moderados no Congresso Nacional. O confronto das ruas e das redes sociais, entre bolsonaristas e oposicionistas, já foi contido no âmbito dos parlamentares. O presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência taxa de “irresponsabilidade” falar em impeachment do presidente Jair Bolsonaro. “O País precisa de moderação e entendimento para superar a crise”, afirma. Falta apenas ao presidente, enfatiza, a “grandeza de governar para todos”.
Marcelo Ramos avalia que a Reforma da Previdência sai da comissão que preside aprovada. E que isso se dará antes do recesso parlamentar de meio do ano.
O presidente da Comissão Especial tem mais reservas quanto à aprovação do texto no plenário da Câmara dos Deputados. “São necessários 308 votos, três quintos dos deputados. Vai depender da capacidade política do governo”, avalia.
O também deputado federal Zé Ricardo (PT-AM) está em plena campanha para prefeito de Manaus. A pretexto de discutir a Reforma da Previdência, o “homem da kombi” tem percorrido a periferia da cidade. É um flagrante erro de foco. O cenário do combate é a Câmara dos Deputados, no plenário ou nos bastidores, onde Zé ganha para trabalhar.
Bem-humorado, vozeirão marcante, jovial, inquieto. O radialista, empresário e agitador cultural Joaquim Marinho se foi deixando saudades. É candidato, com toda justiça, a dar nome a algum logradouro de Manaus. Tripeiro – um dos gentílicos de quem nasce na cidade do Porto, em Portugal -, marcou a vida na capital amazonense.
A OAB-AM vai questionar na Justiça a proibição do parlatório, o local de encontro de advogados com os presos, após o massacre. “O isolamento, num primeiro momento, é aceitável. Por uma semana vira ditadura”, disse o presidente da OAB-AM, Marco Aurélio Choy.
A ação da OAB-AM é contra a Força Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP), da Secretaria Nacional de Segurança Pública. Os homens do ministro Sérgio Moro estão tomando conta e levantando informações dos bastidores dos presídios. O ministro vem a Manaus supervisionar.
A Netflix gostou da audiência da série “Bandidos na TV”. Retratou a vida do “Canal Livre Manaus” e do apresentador Wallace Souza, falecido deputado estadual. O sucesso foi tanto que está em curso o projeto da segunda temporada. O foco será o grupo criminoso Família do Norte (FDN) e seu criador, Zé Roberto da Compensa. E lá vai, outra vez, Manaus ser mal falada internacionalmente.
A Umanizzare vai mesmo concorrer à licitação para continuar administrando os presídios do Amazonas. Ela perdeu o Compaj e o presídio de Itacoatiara. Continua nos Centros de Detenção Provisória Masculino (CDPM) e Feminino (CDPF), no Puraquequara e no Ipat. Ela “administrava”, enquanto dois dos três maiores massacres do País ceifaram 111 vidas.
Os diálogos de Neymar com a moça que o acusa de estupro, publicadas pelo craque, viraram memes internacionais. As principais são “saudade do que a gente ainda não fez” e “razão da minha libido”. Conclusão do populacho: o brasileiro não é ruim de cantada, o problema é a falta de grana mesmo.
A reação de Neymar, cabisbaixo e se escondendo, não agradou à torcida. Virou nutella. Ronaldinho Gaúcho, no auge, foi flagrado numa piscina, com mulheres de biquíni aos seus pés. Ele não deixou o repórter concluir a pergunta e tascou: “Invejoooooso!”, caindo na gargalhada. Matou o “escândalo” ali mesmo. Virou raiz.