
Agenor da capivara Filó, com ela a tiracolo, ganhou assessoria de imprensa e surfa no TikTok
Agenor Tupinambá, 23, que se tornou assunto por causa da capivara Filó, ganhou o estrelato. Ele tinha 8 mil seguidores no TikTok, a plataforma que utiliza, antes de Filó virar meme. A partir daí, os números foram para a estratosfera e, hoje (25/04), é seguido por 1,5 milhão. Os “likes” nos posts explodiram mais ainda e atingiram 35,1 milhões. Diante desses números, o tiktoker ganhou assessoria de imprensa, que só atende por e-mail e avisa que perguntas devem ser enviadas com antecedência. O último vídeo, lamentando as multas e a possível separação de Filó, já tem 1,3 milhão de visualizações.
O Ibama enviou nota a este portal explicando a situação de Agenor. Ele recebeu multas que totalizam mais de R$ 17 mil, entre outras coisas, por causa da morte de uma preguiça real. Ingenuamente, o tiktoker “grelhou” lamentando a morte, num vídeo que hoje é usado como confissão.
O órgão federal, que fiscaliza o meio ambiente, ainda não decidiu como agir no caso do fazendeiro de Autazes. Segundo a nota, enviada ao portal, haverá uma vistoria nos animais que ele exibiu nos vídeos. Filó está entre eles. Só depois, a decisão será anunciada.
José Roque Marques, advogado e promotor de Justiça aposentado, afirma que não é do Ibama a competência para fiscalizar a fauna no Amazonas. Ele é ex-secretário municipal de Meio Ambiente de Manaus, doutor em Direito Ambiental e professor da Ufam. A responsabilidade é do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), segundo Roque.
Uma dica para Agenor Tupinambá: assessoria de imprensa que “esconde” assessorado não serve. Quem pede para mandar perguntas com antecedência reconhece que o assessorado é incompetente. O jornalismo hoje é online. O “ligo depois” é sinônimo de jornalismo do tempo da rotativa.
O governador Wilson Lima enviou mensagem à Assembleia Legislativa recriando três secretarias “amortecidas” em seu primeiro mandato. A de Energia, Mineração e Gás será entregue a quem tenha bom trânsito com os players do setor. Desporto e Lazer é do atual diretor da Fundação Amazonas de Alto Rendimento, Jorge Oliveira. E Desenvolvimento Urbano e Metropolitano vai para um tocador de obras.
Amazonino, quando brigou com Manoel Ribeiro, criou o Grupo de Trabalho e Obras Especiais (GTOE), sob o comando de Domingos Leite. Entupiu Manaus de tapa-buracos. Wilson parece sinalizar que fará obras diretas na capital e não mais em convênio com a Prefeitura.
Bosco Saraiva está, oficialmente, nomeado superintendente da Suframa. Marcelo Pereira, que ocupava o cargo interinamente, volta a ser economista do órgão.
Os desafios de Bosco Saraiva são enormes. Tem que, em primeiro lugar, combater o estigma de que os colegas da bancada federal ofereceram o órgão como “prêmio de consolação”. Deputado federal, o agora superintendente desistiu de concorrer à própria reeleição, em 2022, se candidatou a deputado estadual e perdeu.
O principal desafio, no entanto, é de ordem direta. Trata-se da Reforma Tributária. Com toda boa vontade de Lula e Alckmin, os principais atores da área econômica vivem dando agulhadas na Zona Franca.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, prometeu que vai dar nome aos bois da renúncia fiscal no Brasil. Disse que o País perde R$ 700 bilhões/ ano com incentivos fiscais e R$ 600 bilhões são de renúncia.
Se Haddad, realmente, botar a boca no trombone da renúncia fiscal vai expor a indústria automobilística, cujo principal reduto é São Paulo. Uma das missões do ministro na pasta é, justamente, recuperar o prestígio entre os paulistas. Os paulistanos, em 2018, quando concorreu à reeleição na Prefeitura, simplesmente o derrotaram em todas as urnas.
Depois de mostrar competência técnica e participar ativamente dos debates da Reforma Tributária, o economista Marcelo Pereira mostrou o quanto pode ser útil à Zona Franca. Podia se tornar interlocutor oficial do Amazonas, junto ao Congresso e o Governo Federal, na hora de discutir as minúcias dessa reforma.
Toda a operação que a PF deflagra para conter a sangria do ouro da Terra Indígena Yanomami, começou com uma apreensão de 13kg. Foi num apartamento de Boa Vista (RR). O fio da meada envolve um grande empresário de Manaus.
Nesta terça (25/04), os policiais federais estão à caça de acusados por intermediação da compra do ouro ilegal.
Passa meio batido, no meio do noticiário, mas estão abertas as inscrições para cursos importantes para quem quer atuar no turismo. São os de “Especialização Técnica em Atrativos Culturais” e “Especialização Técnica em Atrativos Naturais”, ofertados gratuitamente pelo Ministério do Turismo (Mtur).
Dom Leonardo Steiner deu um primeiro brado em defesa da Amazônia. Disse que a região não é só “floresta e rio”. Parece pouco, mas é tudo que o Brasil nunca quis entender. Ele preside a Comissão para a Amazônia da CNBB.
Já estão no Youtube as toadas do Caprichoso para 2023. Elas compõem o playlist “O brado do povo guerreiro”. Destaque para a frase “antes da coroa existia o cocar”. Está na toada “Brasil – terra indígena”, de Gerlean Brasil, Saimon Andrade e Kássia Muniz.
O Garantido fará o lançamento do álbum “Garantido por toda vida” durante a tradicional Alvorada. Será no dia 30/04. Esta semana inteira, como preparação, há eventos do bumbá em Parintins.
Hoje (25/04) é dia de festa na comunidade do Lago da Esperança. Comemora-se os 41 anos da Igreja de São Marcos. O templo fica numa ilha, doada pelas famílias Pacheco e Boretama. Padre Manuel do Carmo afirma que o nome original do lugar é “Lago do Viado”. “Havia muitos desses mamíferos lá, mas o preconceito fez mudarem o nome”, explica.
O Lago do Viado ou Lago da Esperança fica entre as vilas de Mocambo e Caburi, por detrás da comunidade Embaubal, ao lado dos lagos chamados de Mato Grosso e Bacabal. É Zona Rural de Parintins.
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