
Radares de velocidade voltam, mas as câmeras em instalação (foto) ainda são apenas de vigilância, diz Prefeitura
Ontem (29/03), durante todo o dia, circulou uma lista de locais onde seriam instalados radares de velocidade em Manaus. Como hoje é comum repassar tudo, sem preocupação, sequer, com verossimilhança, a lista bombou. Ninguém prestou atenção que o material tem o símbolo do segundo dos três mandatos do prefeito Arthur Virgílio. É antigo, portanto, e só serve para quem gosta de espalhar fake News.
A verdade, no entanto, é que a licitação para instalação de radares de velocidade está em pleno andamento. Uma fonte do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) confirma a informação.
A Prefeitura soltou nota desmentindo a fake news de ontem. Mas desmentiu com uma informação: está implantando câmeras de monitoramento, que não são utilizadas para autuar, como é o caso de outras que já existem.
Toda aquela civilidade no trânsito dos países “bacanas” da Europa, que espantam brasileiros, é baseada em câmeras de monitoramento. Em Mônaco, o sujeito passa em semáforo no vermelho ou excede a velocidade e logo aparece um guarda mandando encostar. Nas estradas da Inglaterra, o monitoramento é feito com drones. Basta ultrapassar a velocidade e, da nuvem, o carro é fotografado e a multa – pesada! – registrada.
Há muitas cidades pelo mundo que resolveram problemas de trânsito com câmera em todo semáforo e todas as ruas monitoradas. São, claro, bem menores que Manaus. Mas a evolução tecnológica e a queda dos preços permitem esse tipo de ação.
O problema das câmeras-radares de trânsito é a indústria de multas. Os locais e a velocidade escolhidos são fundamentais. O trânsito precisa andar. Há várias vias, em Miami e outras cidades, onde é exigida velocidade mínima. Jogar a velocidade para baixo, nas poucas vias sem gargalos de Manaus, pode atrapalhar mais que ajudar.
O Bradesco foi condenado a pagar R$ 500 mil, em favor de “resguardo a direitos coletivos”, em Tefé (AM). A sentença é do juiz André Luiz Muquy, a pedido do Ministério Público do Amazonas (MPAM). O banco descumpriu, segundo a sentença, a Lei das Filas e o tempo de espera em caixas eletrônicos, desabastecidos. A pena por descumprimento é R$ 25 mil/ dia. Cabe recurso.
Um paraíso parintinense, a Ilha do Boré, abre novamente para receber turistas, no período do Festival de Parintins.
Abril está chegando com o velho ditado, “abril, chuvas mil”, pairando como ameaça sobre uma Manaus que emerge arrasada de março. O trabalho preventivo tem que correr.
A Defesa Civil Municipal tem feito alertas de chuvas com enxurradas. O monitoramento da precipitação ocorre nas quatro zonas da cidade. A mobilização tem sido diária.
A Nova Igreja Batista, que faz o consagrado espetáculo “Um sonho de Natal”, terá eventos de Páscoa, entre 1º e 9 de abril.
Presidente da Câmara de Manaus, Caio André, fazendo andar as coisas. A casa acaba de disponibilizar o cadastro online para quem queira participar do Câmara Cidadã. Já era hora de os vereadores abrirem espaço para a população falar.
Muito legal a iniciativa de aprovados nos vestibulares da Ufam e UEA de dar dicas para alunos que ainda farão o teste.
É amanhã, sexta (31/03), o último prazo para pagar o IPVA, com desconto de 10%, para carros com placas finais 1, 2 e 3.
Muito cuidado ao comprar molhos de tomate, maionese, mostarda, ketchup, batata palha e conservas vegetais. A Fugini, que fabrica esses produtos, sediada em Monte Alto (SP), está fechada pela Anvisa. Usava, entre outros descuidos, produtos vencidos na fabricação.
Nenhum time do Amazonas chegou à 3ª fase da Copa do Brasil, que terá 32 times. Confrontos sorteados (confira aqui), o duelo mais duro deve ser entre São Paulo e Ituano. O clube de Itu fez a semifinal do Campeonato Paulista e caiu para o Palmeiras. Os nove primeiros da Série A de 2022 entram nesta fase. A competição começou com 92 times.
A Petrobras anuncia que pretende cavar poços de petróleo na Margem Equatorial, que vai do Amapá ao Rio Grande do Norte. O primeiro poço fica a 500 quilômetros da Foz do Amazonas. Foi esse projeto que fez a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, deixar o Governo Lula a primeira vez. Ela afirma que o projeto se equipara ao da usina de Belo Monte.
O negócio, segundo a Petrobras, seria usado para alavancar a transição energética, isto é, a retirada dos combustíveis fósseis. A previsão da British Petroleum é que o petróleo acabe em 40 anos. China e EUA assinaram acordo, em 2021, para neutralizar emissões de carbono até 2060. França, Dinamarca, Espanha e Irlanda proibiram a abertura de novos poços de petróleo.
Como a transição para “fontes limpas” está sendo lenta, as empresas do ramo, como a Petrobras, têm ações valorizadas. O negócio é bilionário. Ou seja, ou o Brasil aproveita e explora o petróleo agora ou não terá chance de fazê-lo, em poucos anos.
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