O Governo do Amazonas promove nesta quinta-feira, 11 de julho, a partir das 8h, no auditório do Centro de Convivência do Idoso (rua Wilkens de Matos, bairro Aparecida, zona sul), a cerimônia de entrega de diplomas para 46 adolescentes que cumprem medidas socioeducativas dos Centros Socioeducativos, coordenados pela Secretaria de Estado da Assistência Social e Cidadania (Seas).
Os adolescentes concluíram os cursos profissionalizantes de pintor de imóveis e almoxarife de obras do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que foi criado em 2011 pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), com o objetivo de ampliar a oferta de vagas na educação profissional para adolescentes autores de atos infracionais e prepará-los o mercado de trabalho.
Para a secretária titular da Seas, Regina Fernandes, o Pronatec é um importante programa para a qualificação e inserção no mercado de trabalho dos adolescentes em medidas socioeducativas, além da descoberta de potencialidade dos mesmos.
“Esse tipo de programa reforça o trabalho social de garantia de direitos aos adolescentes em conflito com a lei e garante a eles a oportunidade de inserção com qualificação profissional no mercado de trabalho”, explicou a secretária, ressaltando que a orientação do governador Omar Aziz é de reforçar o programa no Amazonas para criar mais oportunidades para os jovens que cumprem medidas socioeducativas.
Os 46 adolescentes que participaram dos treinamentos cumprem medidas nos Centros Socioeducativos Senador Raimundo Parente, no bairro Cidade Nova, zona norte; Dagmar Feitoza (bairro Alvorada, zona centro-oeste); Semiliberdade (bairro Nova Esperança, zona oeste) e nos Polos Descentralizados de Liberdade Assistida.
O curso de pintor de imóveis teve duração de 200h e o de almoxarife de obras de 160h e foram ministrados por técnicos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) no Centro Socioeducativo de Internação Provisória (avenida desembargador João Machado, bairro Alvorada, zona centro-oeste).
Dignidade – “A partir de agora, vou me dedicar mais aos estudos, cumprir a medida estabelecida pelo Juizado da Infância e, quando sair, procurar um emprego para seguir a vida com dignidade”, disse um dos jovens que concluíram o curso de almoxarifado de obras.