
Pista extra na Ephigenio é uma lufada de vento na briga contra o trânsito caótico de Manaus. Foto: Divulgação/Rayner Souza/Seminf
Atravessar Manaus, no sentido Oeste-Leste ou vice-versa, é hoje um tormento. A Prefeitura andou pesquisando e descobriu que um dos grandes gargalos fica na Ephigenio Sales, entre Mário Ypiranga Monteiro (Recife) e Via Láctea. Daí decidiram rasgar a Ephigênio Sales e construir mais uma pista, até lá. Paralelo a isso, o gargalo da faixa de trânsito em frente ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) vai acabar. Uma passarela está quase pronta, faltando apenas alguns detalhes para a colocação, com elevador de um lado e outro. Será igual às que ficam em frente aos shoppings Manauara e Ponta Negra. A mudança terá impacto.
O último obstáculo para a obra é a escola que fica na esquina da Ephigenio com a Mário Ypiranga. São detalhes técnicos, que estão sendo resolvidos.
Os técnicos da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) prometem que haverá uma solução para veículos que saem da Maceió. Naquele cruzamento, na hora do rush, há um calvário para os motoristas.
A passarela em frente ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), um engarrafamento histórico, está quase pronta. Falta só colocá-la no local.
Há outro problema que pode e deve ser resolvido. Fica na saída do túnel sob a Constantino Nery, em direção ao Amazonas Shopping. Ali, apesar da passarela, os pedestres atravessam pelo meio dos carros e acirram o engarrafamento.
Resolver um engasgo no trânsito não é fácil. A cidade viverá as agruras da mudança na Ephigenio Sales https://www.portalmarcossantos.com.br/2023/05/04/obras-de-alargamento-da-avenida-ephigenio-salles-serao-realizadas-a-noite-veja-os-horarios/. Tirando os pedestres, que insistem em não usar a passarela do Amazonas Shopping, na Darcy Vargas, o engasgo sai, o trânsito flui e o custo é mínimo. No máximo, um plantão de agentes do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (Immu).
Para melhorar de vez, nesse engarrafamento histórico, só fiscalizar os carros na via. Quem vai direto, só pode pegar a pista da esquerda. Quem vira à direita, na Djalma, tem que pegar a pista da direita. A fluidez será bem maior.
Depois do sucesso no lançamento em Parintins, o álbum “O brado do povo guerreiro”, a playlist do Caprichoso deste ano, será lançada em Manaus. Será sábado (06/05), no Sambódromo, durante o Bar do Boi.
Os dirigentes de Caprichoso e Garantido reuniram nesta quinta (04/05) e decidiram a cronologia para passagem de som e luz no Bumbódromo. É o primeiro momento de “embate oficial”, entre os bumbás, rumo ao Festival de Parintins 2023.
Depois de mudar os rumos da Bemol, voltando-a para o interior do Amazonas e as vendas online, o economista Denis Minev fala sobre a fórmula. Ele diz que o conhecimento digital é fundamental.
Virou uma bagunça, a distribuição das faixas de trânsito na Ponta Negra. As ciclovias não são mais respeitadas. Há sinalizações sobrepostas. O prefeito David Almeida, enfim, assinou a ordem de serviço para a ciclovia, que deve organizar a bagunça.
A conta de energia e seus segredos estão sendo decifrados por um APP disponibilizado pela Amazonas Energia. Dá para conferir os dados que são difíceis de decifrar pelo consumidor.
Nélson Rodrigues, teatrólogo, escritor, jornalista consagrado, escrevia no jornal carioca Última Hora, de Samuel Wainer, a famosa coluna “A vida como ela é”. Policiais do Careiro da Várzea contam que foram acionados pela família de uma adolescente, 14 anos completados no dia, para resgatá-la. Conselho tutelar foi junto. Residindo em Tabatinga, ela se apaixonou por um jovem, 19 anos. Os pais desaprovaram o romance e decidiram trazê-la para Manaus. O rapaz veio, na mesma viagem, escondido no barco. Chegando em Manaus, os dois fugiram. Foram se embrenhar num rincão do Purupuru, distrito do Careiro da Várzea. A família descobriu onde estavam e os policiais foram lá. “Passa do Purupuru e dirige mais umas horas”, resumiu um policial, sobre a busca. A casa dos pombinhos, longe do paraíso da Lagoa Azul, era um casebre, com coisas jogadas por tudo quanto é lado. Eles viviam do que pescavam ou caçavam. A situação era de penúria. Os 14 anos tiraram a possibilidade de prisão. Ele ficou lá. Ela gritava: “Eu vou voltar”. Como termina? Depende da negociação dos pais, que parecem convencidos de que melhor é dialogar.