
O empresário Sung Un Song, que arrematou em leilão a sede do Atlético Rio Negro Clube (à esquerda), ao lado do atual presidente do clube, Jefferson Oliveira. Foto: Divulgação
Arrematada nesta segunda-feira (22) pela bagatela de R$ 3,78 milhões, a sede do Atlético Rio Negro Clube vai receber melhorias nas suas instalações e desenvolvimento para o clube de futebol tradicional de Manaus, que poderão levar o Galo para figurar entre os tops do futebol brasileiro. As informações são do arrematador da sede do clube, o empresário sul coreano Sung Un Song, dono da empresa Digitron e diretor executivo da Fundação Matias Machline.
Os projetos para a sede do clube foram divulgados durante entrevista coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (23), na Fundação Matias Machline. “Nosso objetivo é investir no social. Iremos fazer o Rio Negro voltar a brilhar, trazer uma gestão de excelência nos padrões internacionais. O objetivo é fazer do time um novo campeão do Brasileiro, Libertadores e Campeonato Mundial”, destacou Sung Un Song.

A sede do Atlético Rio Negro Clube foi arrematada por R$ 3,78 milhões. Foto: Divulgação
A sede do Clube Atlético Rio Negro foi arrematada durante um leilão virtual realizado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região AM/RR (TRT11). O arremate foi feito por um único lance. Sung Un Song teve 60% de desconto na compra e tinha 24 horas para fazer o pagamento judicial. Ele pagou à vista R$ 3,6 milhões, mais R$ 180 mil de comissão.
“A princípio pensávamos que era uma perda, mas acabamos ganhando um aliado rionegrino para o nosso time. O Galo já foi grande em nosso estado. Rio Negro é um grande celeiro de histórias que não podem ser esquecidas jamais. Somos lenda dentro da cidade”, disse o atual presidente do clube, Jefferson Oliveira.
O empresário Sung Un Song é sul-coreano, naturalizado brasileiro e se tornou cidadão do Amazonas em 2018. Ele dirige uma das maiores empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), a Digitron da Amazônia, única do mundo licenciada para fabricar placas-mãe da Intel, gigante da informática.
Em 2015, num dos maiores gestos de desprendimento já visto no Estado, salvou a Fundação Matias Machline do fechamento. Hoje, a escola é uma das mais consagradas do Norte brasileiro. Há até cursinho preparatório para admissão na instituição.
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