10/AGO 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Arthur x Amazonino: Ponto facultativo hoje e feriado amanhã na Prefeitura. Governo dá feriado amanhã só em Manaus

Publicado em 23 de outubro, 2017

Arthur x Amazonino: os dois são aliados, desde a eleição suplementar

Arthur x Amazonino, a divergência no ponto facultativo para o funcionalismo

O prefeito Arthur Virgílio manteve calendário que havia sido anunciado desde janeiro e decretou ponto facultativo nesta segunda-feira (23/10). Amanhã, dia do Aniversário de Manaus, é feriado na Prefeitura. O governador Amazonino Mendes optou pela tendência que vem adotando e não deu o ponto facultativo de hoje. Foi mantido apenas o feriado municipal de amanhã. Mas os órgãos estaduais do interior terão expediente normal. O prefeito foi eleito para quatro anos, em 2016, enquanto o governador tem mandato, deste ano, que termina em menos de 15 meses.

 

Arthur x Amazonino

Arthur manteve expediente interno na Prefeitura, conversando com secretários pelo telefone. Amazonino reuniu todos os secretários estaduais e anunciou uma série de medidas. Em seguida entregou viaturas do Ronda no Bairro, ao lado do secretário de Segurança, Bosco Saraiva.

 

Arthur x Amazonino (2)

Por enquanto, a questão do ponto facultativo é a única divergência entre prefeito e governador. No geral, pelo que tudo indica, os dois estão se entendendo bem. Um dos sinais é que vereadores foram chamados para secretarias estaduais, abrindo espaço para a ação política do prefeito na Câmara Municipal.

 

Aleam, TJAM e TCE dão ponto facultativo

A Assembleia Legislativa do Estado (Aleam), o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE) também concederam ponto facultativo para o funcionalismo.

 

Secretarias lotam

As secretarias estaduais, que funcionaram normalmente, acabaram tendo um expediente mais pesado. Os funcionários dos entes que decretaram ponto facultativo aproveitaram para colocar pendências com o Estado em dia. O panavueiro foi grande

 

Fornecedores e servidores de orelha em pé

Amazonino disse que “já está em curso” a revisão de todos os contratos do Governo do Estado. Ele anunciou um “recadastramento” dos fornecedores e servidores estaduais. Tem gente que não dorme desde que isso começou.

 

Antaq e as balsas

A Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq) parece que está se mexendo. Uma fonte do órgão afirma que, “muito em breve”, será feita uma nova licitação para as balsas da travessia Ceasa-Careiro-Ceasa.

 

Antaq e as balsas (2)

A Antaq, até aqui, no lugar de fazer seu papel de agência reguladora, tem agido por portaria, tentando consertar o que não tem remédio. A agência tem mais é que exigir balsas modernas, rápidas, confortáveis, seguras. As que estão atuando na travessia deixam o usuário na mão em todos esses quesitos.

 

Antaq e as balsas (3)

O mau funcionamento dessas balsas acaba afetando a economia do Amazonas. E o prestígio do Governo Federal no Estado, uma vez que a travessia se junta à BR-319 (Manaus-Porto Velho). Ambas são um lixo.

 

Alfândega no aeroporto

A Alfândega do Aeroporto Eduardo Gomes, braço da Receita Federal especializado em delitos de US$ 500, está encontrando um adversário ferrenho. Trata-se da própria Infraero. Não há caixa eletrônico para débito nas dependências do logradouro. Só para saldo ou saque em dinheiro. Viajantes que excedam a cota de bagagem (os US$ 500) e sejam punidos para pagar o imposto devido têm que sair e rodar pela cidade. Os gestores da Infraero e Receita, ambos órgãos da administração Federal, bem que podiam sentar, conversar e resolver isso.

 

Alfândega no Aeroporto (2)

Os fiscais da Receita no Aeroporto, por outro lado, estão de parabéns. Conseguem enxergar objetos que excedam a cota em US$ 100 ou menos. Deviam ensinar os colegas graúdos, que não enxergam os bilhões mandados para o exterior pelos propineiros de plantão.

 

Vivo e Alfândega

Por que o usuário não pode usar a linha de dados do smartphone para pagar os Darfs da Alfândega pelo aplicativo do seu banco? Porque o 4G e o 3G da Vivo não funcionam no local onde é feita a fiscalização. Muito menos das outras operadoras. Depois de uma exaustiva viagem de cinco horas ou mais o viajante é punido em torno de duas horas no “banco dos réus”. Soa como punição mesmo. Por o sujeito ter economizado uns trocados e viajado.

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