Nesta segunda-feira, dia 12 de dezembro, os representantes da Associação de Moradores da Comunidade Portelinha, na zona Leste, se comprometeram em conscientizar as 272 famílias da Portelinha para que elas não façam ligações de água clandestinas no local.
A decisão foi anunciada pela vice-presidente da comunidade, Tereza Cristina, durante a reunião promovida pelo Governo do Amazonas, por meio da Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas (Arsam), com os representantes da Associação e a empresa Água dos Amazonas.
A Arsam realizou o encontro com o objetivo de contribuir para encontrar uma solução para o problema de abastecimento de água na zona Leste, principalmente do bairro São José 2, que vem sendo afetado pelo alto número de ligações clandestinas realizadas na Portelinha, segundo detectou a Arsam, em uma inspeção feita na última terça-feira, dia 6.
“Constatamos essas ligações clandestinas na adutora de 250 milímetros de diâmetro, responsável pelo fornecimento de água para os clientes cadastrados do São José”, explicou o chefe de departamento de fiscalização de saneamento da Arsam, Jorge Garcia Carésto.
Além da vice-presidente, a Associação da Comunidade da Portelinha foi representada por mais duas moradoras integrantes da comissão dos moradores, Erlane Silva da Costa e Gerlândia Batista. “Não queremos prejudicar os moradores do São José 2, só queremos ter acesso à água. Também faremos uma reunião com as 272 famílias da Portelinha para acabar com a prática das ligações clandestinas, que admitimos existir”, disse Tereza Cristina.
Além das três líderes comunitárias, participaram da reunião o chefe de Departamento de Fiscalização de Saneamento da Arsam, Jorge Garcia Carésto, o diretor institucional da Águas do Amazonas, Arlindo Sales, o gerente de Operação e Comercial da concessionária, Heron Lanhellas, e o supervisor de Combate à Irregularidade, Francisco de Assis.
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