O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) ordenou a destruição de 30 mil CDs e DVDs piratas, na manhã desta sexta-feira (24), em parceria com a empresa Coplast Indústria e Comércio de Resíduos Ltda. As mídias apreendidas em operações policiais faziam parte de processos judiciais e estavam armazenadas no Depósito Público do TJAM. O processo de destruição feito na Coplast emite certificado de reciclagem do material. A iniciativa tem o apoio da presidente do Tribunal, desembargadora Graça Figueiredo.
“A gente já executa esta ação há alguns anos. Fazemos o descarte de uma maneira sustentável, sem causar dano ao meio ambiente. Como é um material que não tem devolução, eles permanecem o menor tempo possível com a gente”, explicou o diretor do Depósito Público do TJAM, Sidney Level, indicando que a ação acontece há cada seis meses.
Destruição
A chegada do carregamento ocorreu por volta de 8h30, na empresa Coplast, localizada no Distrito Industrial 2, Zona Leste da capital. Com a ajuda de uma empilhadeira, todos as peças foram colocadas em sacolas, sendo levadas para dentro da empresa. Em seguida, funcionários abasteceram a máquina trituradora, cuja função é transformar as mídias em micropartículas, com tamanho semelhante a miçangas. Após a trituração, o resíduo é incinerado e depois encaminhado a uma empresa paranaense, que o reutiliza.
Com a destruição dos CDs e DVDs, o TJAM obtém o Certificado de Destinação pela eliminação correta destas mídias, garantindo que o material foi “descaracterizado, moído, lavado, extrusado e transformado em grânulos plásticos”.
A Coplast tem 34 anos de existência, e possui a maior e mais variada planta de reciclagem plástica da América Latina. Por conta disso, a empresa executa diretamente atividades voltadas para a reciclagem e destinação de resíduos diversos gerados no Pólo Industrial de Manaus e outras unidades industriais localizadas no interior do Amazonas.
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