10/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Ari Moutinho saía de cirurgia quando soube do afastamento

Publicado em 26 de outubro, 2023

Ari Moutinho saía de cirurgia

Ari Moutinho saía de cirurgia quando soube do afastamento do TCE-AM. Foto: Divulgação

O conselheiro Ari Moutinho, do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), afirma em nota que passou de cirurgia de cinco horas, hoje (26/10), após a qual soube de seu afastamento do colegiado. “Recebo com irresignação a notícia de decisão de afastamento de minhas atividades. Ressalto que a decisão que decidiu meu afastamento é desconexa e descompassada com o nosso Ordenamento Jurídico”, diz a nota.

O presidente do TCE-AM, Érico Desterro, distribuiu nota destacando que a decisão de afastamento de Ari foi individual e não coletiva.

A decisão, segundo Ari, é “mais um capítulo da campanha de ódio e perseguição que se instalou injustamente contra a minha pessoa”.

O conselheiro lembra que se afastou do colegiado por problemas de saúde e chama o afastamento de “ato covarde e desumano”.

 

Justiça comum

Ari confirma que vai apelar para a Justiça Comum. “A decisão comporta reparo judicial imediato, de forma que já constitui os advogados Drs. Jorge Ulisses Jacoby Fernandes, Alberto Simonetti Cabral Neto e Amanda G. Praia para tal fim”.

Veja, abaixo, a íntegra da nota que Ari Moutinho distribuiu à imprensa nesta noite:

“Recebo com irresignação a notícia de decisão de afastamento de minhas atividades.

Ressalto que a decisão que decidiu meu afastamento é desconexa e descompassada com o nosso Ordenamento Jurídico.

As acusações apontadas não condizem com a realidade dos fatos e só posso observar tudo isso como mais um capítulo da campanha de ódio e perseguição que se instalou injustamente contra a minha pessoa.

Eu, por problemas de saúde, já pedi afastamento do Tribunal. Nesta quinta-feira passei por uma cirurgia de 5 horas e ao sair da sala de cirurgia me deparei com este ato covarde e desumano. Mas não me vitimizo ou acovardo. Os enfrentarei de cabeça erguida e creio que a verdade e a justiça serão restabelecidas em breve.

A decisão comporta reparo judicial imediato, de forma que já constitui os advogados Drs. Jorge Ulisses Jacoby Fernandes, Alberto Simonetti Cabral Neto e Amanda G. Praia para tal fim.

Ari Jorge Moutinho da Costa Junior – Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas”

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