06/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

‘Maninhas’ de filial do Clube Pina brilham no 4º Open Japiim de Kiu-Jítsu Profissional

Publicado em 23 de fevereiro, 2014

Irmãs Maísa e Mariana no 4º Open Japiim de Jiu-Jítsu.

Irmãs Maísa e Mariana no 4º Open Japiim de Jiu-Jítsu.

As irmãs Mariana e Maísa dos Anjos Vasconcelos, de 10 e 8 anos, respectivamente foram alguns dos destaques do 4º Open Japiim de Jiu-Jítsu Profissional, realizado neste fim de semana (22 e 23 de fevereiro), na quadra da Escola Estadual Ondina de Paula Ribeiro, na Zona Sul de Manaus. A programação reúne 950 atletas, faz parte do calendário de eventos da Federação Amazonense de Jiu-Jítsu Profissional (FAJJPRO) e conta com apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado da Juventude, Desporto e Lazer (SEJEL).

As disputas por medalhas começaram neste sábado, com a presença da secretária da SEJEL, Alessandra Campêlo, e do secretário executivo Anderson Souza. “A vocação desse Governo é apoiar as federações a realizarem eventos de pequeno e médio porte, que é de onde surgem campeões para o esporte e cidadãos de bem”, disse a gestora.

Mariana, faixa branca da categoria pena, fez uma luta e ganhou o ouro. Maísa, faixa branca da categoria leve, ficou com a medalha de prata no Open. Ambas são lutadoras da academia Jackson Brandão (Petrópolis), filial do renomado Clube Pina (Japiim).

De acordo com a mãe das meninas, Fabiana dos Anjos Vasconcelos, 30, elas entraram no esporte por influência do pai, o faixa preta Jackson Brandão. “Há dois anos elas treinam jiu-jítsu e desde então vêm conquistando excelentes resultados”, conta a orgulhosa mãe, que viu o desempenho das herdeiras das arquibancadas.

Mariana cursa o 5º ano do Ensino Médio na Escola Municipal Padre Puga, onde Maísa faz o 3º ano. “O que eu mais gosto do jiu-jítsu é quando dou um arm lock (chave de braço”, diz Mariana, que adora as aulas de Língua Portuguesa.

Maísa conta que prefere estrangular as adversárias com o golpe conhecido como “mata-leão”. Na escola, é fã das aulas de Matemática. Tudo com suporte dos pais. “Elas só lutam os campeonatos se estiverem com notas azuis no colégio e a família acompanha tudo isso de perto. O esporte tem que caminhar ao lado da educação”, filosofa a mãe.

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