
Renan Calheiros (MDB), Omar Aziz (PSD) e Randolph Rodrigues (REDE) , Iintegrantes do G7 da CPI da Covid-19 no senado. Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado)
Os sete senadores que integram o núcleo mais duro da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 no Senado, Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Renan Calheiros (MDB-AL), Otto Alencar (PSD-BA), Humberto Costa (PT-PE), Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Rogério Carvalho (PT-SE) decidiram reunir documentos que consideram como provas de crimes cometido pelo agora ex-presidente da república Jair Bolsonaro (PL). Segundo apurou a jornalista Mônica Begamo da Folha de São Paulo, o objetivo é levar esses documentos ao Ministério Público Federal (MPF).
A ideia segundo apurou a jornalista partiu de Humberto Costa (PT-PE) . A ideia é que agora que Jair Bolsonaro não tem mais fora privilegiado, as investigações se encaminhem, o que faria o ex-presidente ser investigado em 1ª instância.
A época a Procuradoria Geral da República (PGR) arquivou o caso. Posteriormente a Polícia Federal concluiu que Bolsonaro cometeu crime por associar a aplicação da vacina a uma possibilidade da pessoa adquirir o vírus HIV.
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