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Durante encontro com os moradores do Distrito de Cacau Pirêra, no município de Iranduba, na noite de sexta-feira (26), o candidato a senador pela federação PSDB-Cidadania, Arthur Virgílio Neto, disse que usará todos os instrumentos disponíveis a um senador da República para fazer valer o direito dos amazonenses.
“O Amazonas está mostrando a vontade de eleger alguém que não vai ficar sentado trocando piadinha com o colega, alguém que vai lá [para o Senado] para cumprir a missão de devolver ao Amazonas todas as prerrogativas que lhe foram tiradas. Restabelecer o respeito. Hoje ninguém tem respeito pelo Amazonas. A partir do nosso primeiro momento no Senado vai voltar a ter respeito”, afirmou. “Ninguém tenha dúvidas de que vou dar muito trabalho”.
O distrito de Cacau Pirêra, no município de Iranduba, reclama de abandono, ausência de políticas públicas e de distanciamento do poder público estadual e municipal. Foram essas as queixas levadas a Arthur Neto pelos moradores locais. Entre as muitas reivindicações da população estão a de buscar soluções para a falta de empregos, além de infraestrutura adequada para enfrentar as enchentes e um olhar diferenciado para a saúde.
Arthur Neto assegurou que, enquanto senador, vai atuar de forma firme para encontrar e direcionar recursos para os municípios do Amazonas em busca de alavancar a economia e proporcionar saúde, educação e infraestrutura. “Meus olhos estarão atentos para localizar essas verbas e, por meio de emendas, destinar recursos aos municípios do Amazonas”, afirmou.
Ele acrescentou que a luta por empregos e pelo desenvolvimento econômico passa, necessariamente, por salvaguardar prerrogativas e restaurar o respeito ao Estado.
Arthur falou ainda da inércia dos representantes amazonenses para enfrentar os constantes ataques contra a Zona Franca de Manaus. “Não podemos ficar calados enquanto os ataques estão quase matando a nossa Zona Franca. Aliás, vou resgatar a proposta de ementa que fiz quando senador, de mudarmos esse nome para Polo Industrial da Amazônia Brasileira. Não adianta fazer discursinhos. É preciso parar sessões, boicotar o que quer que seja em nome dos empregos dos amazonenses. Esse é o papel de um senador de verdade”, explicou.