
Foto: Divulgação/MPAM
A partir de iniciativa do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), representantes do Centro Integrado de Proteção e Defesa da Pessoa Idosa (Cipdi), braço da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) voltado a atendimentos psicossociais, conheceram, nesta segunda-feira (17/08), o projeto “Escutar para Incluir”, do Núcleo Permanente de Incentivo à Autocomposição (Nupia).
A iniciativa é realizada pelo núcleo em parceria com o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Especializadas na Proteção e Defesa do Consumidor, dos Direitos Constitucionais do Cidadão e do Patrimônio Público (CAO-PDC) e as 42ª e 56ª Promotorias de Justiça Especializadas na Defesa dos Direitos Humanos da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência (Prodhid).
O objetivo do projeto é promover a solução consensual de conflitos por meio da mediação extrajudicial transformativa, assegurando acolhimento, inclusão e acesso à Justiça para idosos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade ou risco.
O MP esteve representado pelos promotores de Justiça Vítor Moreira da Fonsêca e Mirtil Fernandes do Vale, titulares, respectivamente, das 42ª e 56ª Prodhid, além da servidora do Nupia, Bruna Maia Cordeiro Gomes.
Pelo Cipdi, estiveram presentes a coordenadora Marcia Magalhães; a assistente social Miucha Pontes; a coordenadora do projeto “Um Convívio sem Violência”, Elisangela Cunha; e a coordenadora do Abrigo Transitório para Pessoas Idosas em Situação de Violência e Risco de Morte, Isana Hipólito.
“Nós apresentamos o projeto “Escutar para Incluir” e eles nos apresentaram “Um Convívio sem Violência”, projeto deles, que é como um grupo reflexivo para agressores de pessoas idosas. Gostamos da iniciativa e da possibilidade de podermos encaminhar casos para lá”, afirmou o promotor Vítor Fonsêca.
O membro do MP também informou que foram iniciadas tratativas para a realização de um curso de Justiça Restaurativa (JR) voltado à equipe do projeto “Um Convívio sem Violência”.
Para a coordenadora do Cipdi, Marcia Magalhães, a reunião possibilitou o fortalecimento da integração entre MP e os demais equipamentos da Sejusc que compõem a rede de proteção da pessoa idosa.
“A proposta é unir esforços, aprimorar os fluxos e garantir que as demandas da pessoa idosa sejam acolhidas e encaminhadas de forma cada vez mais integrada, eficiente e humanizada”, finalizou.
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