Morreu na madrugada desta sexta-feira (19/07) o advogado Edson Oliveira Parron, 30 anos, aumentando para quatro o número de mortos no acidente aéreo no Terminal 2 do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, ocorrido na terça-feira (16/07). Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital e Pronto Socorro 28 de Agosto e apresentava queimaduras em 95% da área do corpo e nas vias aéreas superiores.
Segundo o último boletim médico divulgado na quinta-feira (18/07), o paciente estava em estado crítico. Ele apresentava uma queimadura leve nos pulmões e passou por uma broncoscopia com lavado broncoalveolar, além da aspiração de secreção com fuligem. A vítima foi submetida a uma segunda sessão de hemodiálise e começou a apresentar febre cuja causa estava sendo investigada.
Edson Parron trabalhava como assessor jurídico da Prefeitura de Apuí. Mais duas vítimas do acidente aéreo estão internadas: Vanessa Guedes de Aguiar, 32 anos, com queimaduras em 50% do corpo, e Adonai Pessoa Campos, 41, com queimaduras em 60% do corpo.
Acidente
O avião Sêneca prefixo PR-OKK 1975, modelo BE-58 Baron, fabricada pela Raytheon Aircrafts, qcaiu às 6h20 de terça-feira (16/07), no aeroporto Eduardinho, em Manaus. Pertencia à Construtora e Transportadora Pioneira (Cotrap) e estava alugado para a Apuí Táxi Aéreo.
Três pessoas morreram no local: Élcio Miguel Carneiro da Silva, 53, piloto do Seneca, Messias Alencar Neto, 45, empresário de Apuí, e o metrologista Aurélio Queiroz Simonetti, 68, do Instituto de Pesos e Medidas do Amazonas (Ipem-AM).
As causas do acidente ainda estão sendo investigadas.
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