
Teste pós-óbito confirmou que professora não testou positivo para Covid-19, segundo a FVS-AM. Foto: Arquivo/Seduc
Nesta sexta-feira (21/8), a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) divulgou informações esclarecendo o óbito da professora Leila Guerra Soares, que atuava na escola estadual em Manaus. A instituição afirmou que o falecimento ocorreu por complicações decorrentes de um quadro de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAGA) para pneumonia bacteriana. Segundo a FVS, um exame pós-óbito deu negativo para Covid-19.
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A profissional faleceu na quinta-feira (20/8). Ela foi internada no dia 11 de agosto, em um hospital privado, com quadro gripal com mais de sete dias. No dia 12 de agosto, Leila foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da unidade de saúde.
A fundação de vigilância informou que, durante a investigação clínica, a equipe médica já tinha descartado a suspeita de Covid-19 após o exame de imagem do pulmão, que não atendia às definições da doença recomendadas pelo Ministério da Saúde. “Seguindo o protocolo de investigação epidemiológica, a FVS-AM realizou exame pós-óbito para Covid-19, com resultado negativo”, afirmou a instituição.
De acordo com a FVS, a professora estava afastada de suas atividades desde o início da suspensão das aulas presenciais. Em julho, quando sofreu um derrame ocular, segundo a Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc), ela permaneceu afastada.
A fundação enfatizou que a servidora também não teve nenhuma participação na Jornada Pedagógica do Ensino Médio promovida pela Seduc, uma semana antes da volta às aulas presenciais. “Portanto, o óbito não tem relação com o reinício das atividades escolares na rede pública estadual de ensino, em Manaus”, reforçou a FVS-AM.
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