
Eleição para prefeito de Manaus tem Amazonino (esquerda) e David Almeida com os melhores números
A Action Pesquisas de Mercado apresenta números da corrida para a Prefeitura de Manaus. Os dados foram colhidos até sábado (21/03) e mostram que a maioria absoluta do eleitorado está indecisa: 61,5%, na pesquisa espontânea, assinalaram “não sabe” sobre quem votariam.
O ex-prefeito e ex-governador Amazonino Mendes aparece, como em outras pesquisas, liderando entre os apontados pelo eleitor. Ele tem 30,7% contra 15,3% de David Almeida, na pesquisa estimulada, e 17,4% contra 7,5% na espontânea.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), sob número 03771/2020, no dia 17/03. O período de levantamento de campo foi de 18/03 a 21/03.
Amazonino e David se distanciam dos demais concorrentes, segundo a pesquisa. Na estimulada, que se aproxima do pleito, quando o eleitor já saberá quais os candidatos, Capitão Alberto Neto é o mais próximo (6,4%).
Os demais, pela ordem, são José Ricardo (4,8%), Marcos Rotta (4,7%), Conceição Sampaio (4%), Alfredo Nascimento (3,3%), Josué Neto (2,2%), Chico Preto (2%), Ricardo Nicolau (1,6%), Bosco Saraiva (1,6%), Vanessa Grazziotin (1,5%), Hissa Abrahão (1,1%), Carlos Almeida (1%), Coronel Menezes (0,9%), Romero Reis (0,5%), Sinésio Campos (0,4%). Os brancos são 9,7% e não sabem 8,3%.
A ex-senador Vanessa Grazziotin, que chegou a ser uma das mulheres mais poderosas do País, quando defendia Dilma Rousseff do impeachment, amarga 1,5%. A disputa entre os preferidos do presidente Jair Bolsonaro também mostra números decepcionantes. O superintendente da Suframa, Alfredo Menezes, tem 0,9%, contra 0,5% de Romero Reis.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem sido questionado sobre a possibilidade de suspensão do pleito deste ano. A corte respondeu, em nota oficial, que isso só poderia ocorrer por decisão do Congresso Nacional.
Há projetos, de vários parlamentares, falando em suspensão com prorrogação de mandatos dos atuais prefeitos e vereadores. Fala-se até em eleição geral, única, apenas em 2024. Seria votados vereador, prefeito, deputado estadual, governador, deputado federal, senador e presidente da República.
Nada, porém, está decidido.
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