
Vice-presidente da Assembleia teve registro negado pelo TRE e deve recorrer ao TSE. Foto: Aleam
Com 18.715 votos não validados, o deputado estadual Abdala Fraxe (Podemos), candidato à reeleição, teve o registro de candidatura negado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), neste domingo (7). Ainda cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os votos de Fraxe aparecem na aba “candidatos com votação nula ou anulada”, devido à sua situação jurídica. O registro de candidatura à reeleição do vice-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE-AM) foi indeferido pela Justiça Eleitoral.
Caso ele consiga reverter a decisão na instância superior, entra ocupando a vaga do Podemos, que foi preenchida por Tiago Falcão, que teve 13.313.
Ele entrou com embargos de declaração e ontem, em reunião do pleno da Corte Eleitoral, por unanimidade, foi negado seu registro de candidatura durante sessão extraordinária.
O TRE-AM entendeu que seria uma invasão de competência da Justiça Eleitoral analisar uma nova decisão do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1). Na esfera eleitoral, o candidato continua inelegível, segundo o procurador regional eleitoral Rafael Rocha.
A Justiça Eleitoral impugnou o registro de candidatura com base em condenação do deputado pela prática de cartel em abril de 2011, resultado da “Operação Carvão”.
No pedido, o Ministério Público Eleitoral (MPE) sustenta que o candidato é empresário e dono de postos de gasolina, sendo presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Amazonas (Amazonpetro) na época do processo.
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