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Após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se recusar a passar a faixa presidencial para o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), neste domingo (1º), sete representantes de grupos sociais brasileiros – entre eles uma criança, um indígena, um negro, uma mulher, um operário e uma pessoa com deficiência – foram escolhidos para entregar a faixa.
O ato ocorreu na rampa do Palácio do Planalto, momentos após Lula ser empossado pelo Congresso Nacional.
Os representantes escolhidos para entregar a faixa presidencial foram: o cacique Raoni; Francisco, 10 anos, morador de Itaquera; Aline Sousa, 33 anos, catadora; Wesley Rocha, 36 anos, metalúrgico; Murilo Jesus, 28 anos, professor; Jucimara Santos, cozinheira; Ivan Baron, que tem paralisia cerebral; e Flávio Pereira, 50 anos, artesão.

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A faixa presidencial foi criada em 1910 pelo então presidente Hermes da Fonseca como ato simbólico. No entanto, o presidente que deixa o cargo não tem obrigação legal de participar do ato. Assim como Jair Bolsonaro, o ex-presidente João Baptista Figueiredo, último do período da ditadura, se recusou a passar a faixa para o seu sucessor, José Sarney.
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