12/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Museu do Seringal será local para atividade de extensão de acadêmicos

Publicado em 06 de junho, 2022

Museu do Seringal será local para atividade de extensão de acadêmicos

Museu do Seringal, comunidades indígenas, praia da lua, Palacete Provincial e Centro Histórico de Manaus, foram os locais escolhidos para atividades de extensão do curso de arquitetura e urbanismo da Faculdade Santa Teresa que conta com a coordenação da arquiteta e urbanista Melissa Toledo.

Os alunos do primeiro período do curso irão realizar na quarta-feira (8) uma série de visitas no Museu do Seringal, na comunidade indígena Dessana Tukana e finalizar a atividade de extensão com um almoço na praia da lua. A visita a esses locais se dará com o auxílio do professor Ricardo Felipe Caramês, que ministra a disciplina de Sociologia e Antropologia.

“O enfoque dessa visita é para mostrar as paisagens construídas e suas apropriações nas paisagens naturais. Podendo ver o recorte enquanto museologia de como era o seringal, a casa, mobílias e artefatos que conduz um ambiente que se possa perceber e sentir como foi esse momento histórico. Já nas comunidades indígenas eles verão o que antecede a Belle Époque e a urbanização,” afirmou Melissa Toledo.

Palacete

A atividade de extensão dessa disciplina terá continuidade no dia (15) com a visita ao Palacete Provincial que tem acesso a diversos museus e fará os alunos a fechar o recorte da comunidade indígena de como era a área de arquitetura e o que se reproduziu ali pós ápice do ciclo da borracha.

Outra atividade de extensão que se dará essa semana será para os alunos do 6° período da disciplina de conservação, restauro e reestruturação de patrimônio cultural, que é ministrada pela coordenadora do curso Melissa Toledo e levará os acadêmicos ao centro histórico de Manaus para fazer uma análise das intervenções realizadas naquele espaço.

“A atividade será realizada no dia (9) e começaremos no largo São Sebastião que foi a primeira intervenção realizada, que antes se chamava Praça São Sebastião e em 1999 passou a se chamar  largo São Sebastião, para tratar da renovação das funções sociais e preservando a historicidade e o patrimônio cultural e artístico,” finalizou Melissa.

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