
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
A briga entre o senador Plínio Valério (PSDB) e o ex-governador Amazonino Mendes, recém-filiado ao Cidadania, ainda não terminou. Os dois partidos terão candidato único ao Governo do Amazonas. E Plínio garante que será ele, embora Amazonino detenha a liderança nas pesquisas pré-eleitorais.
Na manhã desta terça (29/03), logo após Amazonino anunciar a decisão de ficar na federação, Plínio postou em suas redes sociais que permanecerá no PSDB e disputará o Governo.
“Comunico a todos aqueles que gostam de mim – e também aos que não gostam – que decidi permanecer no

Entenda
Os partidos dependem da formação de bancadas federais. O número de parlamentares na Câmara Federal define, por exemplo, o valor que cada sigla recebe de Fundo Partidário e de Fundo Eleitoral. Os tucanos têm apenas seis senadores e todos são importantes, numa casa com apenas 81 assentos. É aí que Plínio busca forças para enfrentar um dos tucanos mais emblemáticos, o ex-prefeito Arthur Virgílio. Também ex-senador, Arthur, atualmente, está sem mandato.
Na guerra pelo comando de partidos no Amazonas, o ex-deputado federal Francisco Garcia e sua filha, a ex-deputada federal, Rebecca Garcia, perderam o comando do Partido Progressista (PP) para os irmãos Átila e Belarmino Lins. Tudo porque ficaram sem mandatos federais, apesar da “estreita amizade” com vários integrantes da cúpula partidária, como o atual ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e o ex-governador de São Paulo Paulo Maluf.
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