05/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Após uma década paralisado, Conselho Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico retoma atividades

Publicado em 14 de abril, 2021

Durante a reunião foram discutidos temas como a possibilidade de tombamento estadual referente a diversos imóveis históricos em Manaus. Foto: Divulgação

As reuniões do Conselho Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico, que faz parte do Sistema Estadual de Cultura e que estava paralisado há dez anos, foram retomadas nesta terça-feira (13), pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa. A retomada tem como objetivo dar continuidade às pautas e às atividades de assessoria do conselho junto ao poder público estadual na defesa da preservação do patrimônio material e imaterial do Amazonas.

O secretário Marcos Apolo Muniz, presidente do Conselho, e a diretora do Departamento de Patrimônio Histórico da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Regina Lobato, participaram da reunião.

“Foi uma alegria muito grande presenciar este encontro porque é algo que nós pleiteamos desde o momento em que assumimos a secretaria e também é um compromisso do governador Wilson Lima. Isso mostra a nossa transparência e empenho com este tema. A partir de agora, teremos um cronograma de reuniões para discutir e deliberar pautas referentes ao nosso rico patrimônio”, declarou o secretário.

Participaram ainda os membros Eneila Almeida, da Universidade do Estado Amazonas (UEA); Rosemara Staub de Barros, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e a suplente da cadeira, Priscila Pinto Maisel; Abrahim Baze, do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (IGHA); Carlos Flávio da Silva, do Conselho Regional de Economia e Agronomia (Crea-AM); e Karla Bitar, superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan) no Amazonas.

Tombamento

Entre as pautas da reunião, foi discutido o regimento interno, demandas de patrimônios imateriais, além do debate sobre processos de anos anteriores sobre a possibilidade de tombamento estadual referente a diversos imóveis históricos na capital, como a sede do Atlético Rio Negro Clube, o Ideal Clube, Palácio Rio Branco, Paço Municipal, entre outros.

“Essas questões serão resgatadas e analisadas detalhadamente pelo conselho para entender a relevância e os valores de cada item. O conselho agora vai amparar o Estado tecnicamente quando essas demandas forem enviadas para a secretaria”, ressalta Marcos Apolo.

A próxima reunião do Conselho Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico será realizada no início do mês de maio.

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