O Amazonas tem três parlamentares entre os mais influentes do Congresso Nacional. Dos onze representantes do estado, apenas os senadores Eduardo Braga (MDB-AM) e Omar Aziz (PSD-AM) e o deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM) aparecem na lista da 27ª edição da série “Cabeças do Congresso”, que avalia o desempenho dos 594 senadores e deputados federais.
Referência obrigatória para formadores de opinião, estudiosos, dirigentes partidários, sindicais e empresariais, autoridades do Executivo e Legislativo, o “Cabeças do Congresso” aponta os parlamentares com maior poder no processo decisório na Câmara e no Senado. Para fazer parte dos “Cabeças”, esses parlamentares precisam se destacar pela capacidade de negociação, articulação, pelo senso de oportunidade, pela formulação de propostas e condução dos debates.
É a sétima vez que o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga, tem seu prestígio e habilidade política reconhecidos na pesquisa realizada anualmente pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, o DIAP.
“É uma honra ter sido apontado, mais uma vez, como um dos Cabeças do Congresso. Essa é uma resposta à confiança em mim depositada pelo povo do Amazonas, que pode ter certeza do meu compromisso com a defesa dos interesses do nosso Estado e de nosso país”, comemorou o líder do MDB. Eduardo Braga foi destacado na categoria “Negociadores”, que inclui parlamentares investidos de autoridade para firmar e honrar compromissos e que se sobressaem, segundo os critérios do DIAP, pela credibilidade, pelo controle e equilíbrio emocional, pela habilidade no uso das palavras e pelo respeito à vontade da maioria.
A seleção dos mais influentes – que inclui apenas os parlamentares efetivos no exercício do mandato no período de avaliação, entre fevereiro e junho de 2020 – é feita com base em entrevistas com deputados e senadores, assessores das duas Casas do Congresso, jornalistas, cientistas e analistas políticos. O DIAP também examina, entre outros pontos, as atividades profissionais, os vínculos com empresas ou organizações econômicas ou de classe, a formação e a vida acadêmica de cada parlamentar, além dos pronunciamentos, das proposições apresentadas, dos resultados de votações e a da frequência com que são citados na imprensa.
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