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O presidente da República, Jair Bolsonaro, negou neste domingo (22), por meio de nota, a informação do jornal O Globo de que o Brasil corre risco de passar por racionamento de energia elétrica em 2020. Esse é mais um capítulo do choque do governo Bolsonaro com o grupo O Globo, que ao longo do ano, vem trocando farpas sobre os mais variados temas.
Ascânio Seleme afirma na sua coluna do jornal O Globo deste sábado (21) que há possibilidade de racionamento de energia no próximo ano. “Gente que entende do assunto afirma que, se a economia crescer 2,5% no ano que vem, como projetado, vai faltar energia para abastecer todo mundo”, diz o colunista.
A coluna continua informando que haverá obrigatoriamente racionamento, conforme avaliam pessoas com gabinete no Ministério de Minas e Energia (MME). “É o racionamento ou o apagão”, afirma.
Segundo Ascânio, o tema provoca debate no MME, no Gabinete Civil e nas comissões de Energia da Câmara e do Senado. “Para atender o crescimento de 2,5%, o setor elétrico deveria crescer 4%, o que não acontecerá em 2020”, diz o colunista de O Globo.
Na nota, o presidente e o Ministério de Minas e Energia afirmam que não haverá falta de energia, mesmo que haja crescimento da economia acima de 2,5%.
“A cada ano, o MME vem contratando um conjunto de empreendimentos de diversas fontes de energia (eólica, solar, biomassa, térmicas e pequenas centrais hidrelétricas etc), suficientes para atender o crescimento econômico e sustentável do País”, diz a nota.
Presidente e Ministério citam, ainda, que no último leilão de contratação de geração de energia de 2019, foram cadastrados mais de 100 GW em projetos, que seriam suficientes para atender o crescimento econômico e a demanda do país por energia, pelos próximos 12 anos. Isso, segundo eles, mostra que o investidor “acredita no mercado brasileiro”.
– A citação publicada pelo jornal O Globo (21/dez), sobre possibilidade de racionamento de energia elétrica em 2020, não corresponde a realidade do setor elétrico brasileiro.
– Não haverá falta de energia, mesmo que haja crescimento da economia acima de 2,5%. A cada ano, o MME vem contratando um conjunto de empreendimentos de diversas fontes de energia (eólica, solar, biomassa, térmicas e pequenas centrais hidrelétricas etc), suficientes para atender o crescimento econômico e sustentável do País.
– O investidor acredita no mercado brasileiro, tanto que, no último leilão de contratação de geração de energia de 2019 foram cadastrados mais de 100 GW em projetos, que seriam suficientes para atender o crescimento econômico e a demanda do país por energia, pelos próximos 12 anos.
– Adicionalmente, a segurança do suprimento eletroenergético nacional é avaliada continuamente pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico – CMSE, presidido pelo Ministro de Minas e Energia, juntamente com a ANEEL, a ANP, o ONS, a EPE e a CCEE. Portanto o MME está preparado para expandir o setor de forma contínua, com confiabilidade e segurança, para garantir o fornecimento de energia sociedade .
– *PR JAIR BOLSONARO*
– *MME BENTO ALBUQUERQUE*
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