
A Unimed, sob Regime Fiscal da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), tenta desesperadamente sobreviver. Esta semana, o médico cirurgião-geral Luis Carlos Cembrani cumpriu o doloroso ritual de apagar a luz da mais importante unidade do plano de saúde, o pronto-socorro do Parque das Laranjeiras.
O Regime Fiscal significa severa vigilância nas contas da Unimed, após ser descoberto um rombo de R$ 500 milhões na cooperativa.
O fechamento do pronto-socorro, que funcionava em prédio alugado do Centro Universitário Nilton Lins (UniNiltonLins), é parte desse processo. Os usuários do plano de saúde passam a ser atendidos com os demais clientes do Hospital Santa Júlia.
Direção Fiscal
Em outubro do ano passado, a diretoria colegiada da ANS decidiu, por unanimidade, instaurar um novo regime especial de direção fiscal na Unimed Manaus, concedendo mais 12 meses de tempo para que todas as medidas saneadoras sejam colocadas em prática.
A Resolução Operacional nº 2.336, de outubro de 2018, publicada no Diário Oficial, garante que a ANS vai continuar acompanhando a evolução do programa de recuperação da cooperativa, por meio de um diretor fiscal indicado pela ANS, com a função específica de acompanhar as atividades da operadora.
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