Levantamento realizado pela Vigilância Sanitária do Município (Visa Manaus), da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), revelou que os proprietários das sete drogarias interditadas nas ações de fiscalização desenvolvidas pelos fiscais do órgão, na segunda quinzena de julho, com o Conselho Regional de Farmácia do Amazonas (CRF-AM), estão providenciando os documentos necessários para regularização das atividades de suas empresas.
As blitze foram realizadas em estabelecimentos localizados nas zonas Norte e Sul de Manaus, em função da constatação de irregularidades previstas no Código Sanitário de Manaus (Lei 392/97 e Decreto 3.910/97) e às Normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Ministério da Saúde – MS. “As blitze realizadas pelos fiscais tiveram o caráter não só punitivo, mas também de orientação e educativo. Portanto, as drogarias deverão regularizar suas pendências dentro dos prazos legais”, avalia o secretário municipal de Saúde, Homero de Miranda Leão.
Das sete drogarias inspecionadas, a empresa Domingos Sávio/Paula Façanha da Silva (Drogaria Façanha), que teve apreensão de medicamentos sem registro e origem definida, apresentou defesa no dia 16 de julho e aguarda a tramitação regular do processo aberto.
As drogarias Emely Karen dos Santos Ganoza (Medicamentos Populares do Brasil), Sérgio Ribeiro de Castro (Maxi Droga) e M. Vieira de Sousa (Drogaria Aguinys) juntaram aos processos abertos o pagamento das referidas multas e apresentaram documentos com a finalidade de regularizarem as pendências. “Nosso objetivo é fazer com que estejam cumprindo com a legislação para que possam retornar às suas atividades, sem colocar em risco a saúde da população”, disse o diretor Marcos Fabris, da Visa Manaus.
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