No período de 12 a 14 deste mês, a “CPI da Telefonia” da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) irá ouvir as operadoras de telefonia (móvel e fixa) e internet, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Celular Móvel e Pessoal (SindiTelebrasil) e a Embratel.
Com a conclusão das oitivas das testemunhas, até esta quarta-feira (6) a comissão irá ouvir os oito últimos órgãos, será a vez dos membros da CPI cobrarem repostas das investigadas.
De acordo com o presidente da “CPI da Telefonia”, deputado estadual Marcos Rotta (PMDB), esse deverá ser o momento mais tenso do processo investigativo. “Após percorrer 22 municípios do Amazonas, ouvir relatos de descasos e precariedade de serviços telefônicos e de internet, além de coletar informações de órgãos instalados no Estado, chegou a hora de questionar e obter respostas das operadoras”, afirmou Rotta.
Na avaliação de Rotta, as operadoras terão de justificar as falhas e a má qualidade de serviços relatados tanto por consumidores quantos pelos órgãos ouvidos no processo. “A Anatel também será questionada quanto à ausência de providências em relação à má prestação de serviço das operadoras”, afirmou o parlamentar.
Conforme cronograma definido pela Comissão, as primeiras investigadas a serem ouvidas no dia 12 deste mês são SindiTelebrasil, as operadoras TIM e Vivo; dia 13 – Embratel, Claro, Oi e Net; e dia 14 – Anatel.
Oitivas testemunhas
Nesta terça-feira (5), às 13h, serão ouvidos os representantes da Prodam-AM, Associação Comercial do Amazonas (ACA), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
Na quarta, será a vez do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam), Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) e Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal do Amazonas (Idam).
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