O vermelho e branco do Grêmio Recreativo Escola de Samba Balaku Blaku coloriu a passarela do samba, na madrugada deste domingo (10.02), contando a história do dinheiro com o enredo Quem desdenha quer comprar: Uma odisséia contada em cifrões.
Na abertura do desfile, o presidente da Balaku-Blaku, Hernani Ferreira, homenageou o carnavalesco Fabiano Faial, que teve a casa incendiada na madrugada deste sábado e mesmo assim estava na avenida.
A comissão de frente, com fantasias luxuosas em vermelho e dourado, e o primeiro carro alegórico da escola contavam a história do general Djebel-el-Táriq, conhecido como ‘o Conquistador’, que teria partido da Arábia, cruzando a África até chegar à Espanha. Em sua homenagem, ele mandou cunhar moedas, em forma de “S”, cortada por duas linhas verticais, dando origem ao cifrão ($).
A porta-bandeira Luciana Ferreira e o mestre-sala Nego do Império vieram representando a águia de ouro, simbolo maior da escola.
Terceira colocada no carnaval de 2012, a escola desfilou com 3,5 mil componentes e quatro carros alegóricos. Um deles representava os diversos amuletos da sorte usados para atrair prosperidade, como o buda, o elefante e a ferradura.
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