O Governo do Amazonas, por intermédio da Policlínica Codajás, promove nesta sexta-feira (31) a oficina “O que é saúde mental”. O evento é aberto ao público em geral e ocorrerá a partir das 9h, no auditório da unidade ambulatorial (rua Codajás, 26, Cachoeirinha, zona sul de Manaus). Para participar, trabalhadores e usuários da rede estadual de saúde devem colaborar com 1kg alimento não perecível, a ser entregue no dia da oficina.
Essa será a primeira atividade sobre Saúde Mental a ser realizada na Policlínica Codajás desde que o Governo do Estado descentralizou, no dia 16 de julho, as consultas oferecidas no ambulatório Rosa Blaya, que funcionava no Centro Psiquiátrico Eduardo Ribeiro. “A unidade de saúde procura se adequar de todas as formas para receber os usuários da rede de Saúde Mental, inclusive capacitando e treinando os colaboradores, desde os recepcionistas até os profissionais que prestam atendimento específico aos pacientes”, assegurou o diretor da unidade ambulatorial, Fábio Shimizu.
Além de abordar sobre a rotina de atendimento para os usuários do serviço, a oficina visa disseminar informações sobre as condições para manter a saúde mental em dia. “É importante que os pacientes saibam que um tratamento psicológico ou psiquiátrico não é somente feito a base de remédios. É necessário o uso de terapias alternativas como atividade esportiva, atendimentos em grupo, aconselhamento social, entre outras”, disse a assistente social Márcia Lobo.
Focada também na prevenção, a oficina alerta familiares e usuários do programa sobre riscos à saúde da mente. “Muitas vezes passamos despercebidos por situações de alto stress, por exemplo, quando estamos em um congestionamento, na parada de ônibus, em uma fila de banco, situações essas rotineiras e que, no futuro, podem levar a um desconforto mental”, afirmou a psicóloga Rosangela Aufiero.
Prestar um bom atendimento também é uma das condições para obtenção de resultado positivo durante o tratamento, explica a psicóloga. “As pessoas com transtornos mentais devem ser tratadas de modo que se percebam acolhidas e valorizadas no seu modo de ser, ouvidas e reconhecidas em suas necessidades de vontades de modo a permitir e promover melhorias em sua vida”, completou.
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