O deputado estadual Marco Antônio Chico Preto (PSD/AM), afirmou na terça-feira, 07, que a Prefeitura de Manaus e a Águas do Amazonas estão contra a entrada em funcionamento do Proama porque temem os ganhos políticos que o complexo proporcionará aos seus idealizadores ao passar a atender mais de 500 mil pessoas nas zonas Leste e Norte da cidade.
Além de destacar o compromisso do governador Omar Aziz (PSD/AM) na busca de uma solução para o problema, caracterizada pela conclusão da obra do Proama, Chico Preto também reafirmou a sua confiança na Justiça, de receitar o “melhor remédio para acabar de uma vez por todas com o mal crônico que atinge milhares de amazonenses”.
Representação
Ao explicar a Representação que protocolou na segunda-feira, 06, na Comissão de Defesa dos Consumidores da Assembleia, defendendo o ajuizamento de uma Ação contra a Águas do Amazonas, Chico Preto lembrou que as instalações do Proama, construídas na Ponta das Lages, estão prontas, mas a distribuição da água depende agora, da boa vontade da Prefeitura e da concessionária, que estão oferecendo resistência ao processo.
“A verdadeira picaretagem é não promover o arranjo jurídico e administrativo necessário para que a água produzida pelo Proama entre na rede de distribuição da Águas do Amazonas”, afirmou, lembrando que o termo de compromisso assinado em 2008 deve ser cumprido.
De acordo com o parlamentar, que também destacou o papel do senador Eduardo Braga (PMDB/AM) de defender o Proama, idealizado no seu governo, “a verdadeira picaretagem é oferecer resistência à busca de um arranjo jurídico e administrativo capaz de atender as necessidades de parte da população de Manaus, com o objetivo de fazer com que o Proama pareça um elefante branco”.
O parlamentar lembrou, ainda, que o Proama foi idealizado e construído para resolver de uma vez por todas a falta de água que castiga mais de 500 mil pessoas que moram nas zonas Leste e Norte da cidade.
“Mas ainda hoje algumas pessoas jogam contra a entrada em funcionamento do Proama, porque têm consciência de que o complexo vai resolver a questão e gerar ganhos políticos para os seus idealizadores e executores. Infelizmente essas pessoas colocam os seus interesses, muitos deles inconfessáveis, acima do bem-comum e de parte da população de Manaus”, completou Chico Preto.
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