O vereador Mário Frota, líder do PSDB na Câmara Municipal de Manaus (CMM), vai apresentar Projeto de Decreto Legislativo, no próximo dia 6 de fevereiro, com base no Regimento Interno da casa, que concede o Diploma de Mérito Cidade de Manaus ao atleta amazonense José Aldo, campeão mundial do Ultimate Fighting Championship (UFC), na categoria peso pena representando as artes marciais brasileiras.
A concessão do Diploma à José Aldo é uma forma de reconhecer publicamente os relevantes serviços prestados ao Estado do Amazonas, principalmente na divulgação da cidade de Manaus, para o mundo inteiro, além de mostrar o trabalho do atleta que se destacou, com esforço próprio, sem nunca ter recebido incentivo ou patrocínio público em sua terra natal.
José Aldo é natural de Manaus, onde nasceu no dia 9 de setembro de 1986. É faixa preta em jiu-jítsu e mostra-se cada vez mais em evolução, conseguindo grandes nocautes. Atualmente é classificado como o Peso Pena número 1 do mundo e está entre os 3 melhores lutadores peso-por-peso.
Após rodar em eventos nacionais, Aldo fez sua estréia no World Extreme Cagefighting (WEC) – que se fundiu com o Ultimate Fighting Championship (UFC) – no dia 1º de junho de 2008, no Arco Arena, em Sacramento, na Califórnia (EUA). Em sua estréia com a organização, ele derrotou o lutador Alexandre Nogueira no WEC 34. Em seqüência na organização, Aldo nocauteou três adversários: Jonathan Brookins no WEC 36; Rolando Perez no WEC 38, tendo ganhado o prêmio de melhor “Nocaute da Noite”; e Chris Mickle no WEC 39. No seu último combate Aldo lutou contra Chad Mendes no dia 14 de janeiro de 2012 no UFC 142 e venceu por nocaute no tempo 4:59 do primeiro round, defendendo assim seu cinturão pela terceira vez.
De acordo com Mário Frota, Aldo é um exemplo de determinação e disciplina que deve ser seguido por todos aqueles que quiserem vencer na vida. “José Aldo é o atleta amazonense de maior prestígio em todo mundo. Foi um garoto pobre do bairro de Alvorada que tinha um sonho. Com recursos próprios e de amigos foi para o Rio de Janeiro para lutar e dormia nas academias onde treinava porque não tinha onde morar. Com muita garra e vários nocautes, o sonho se tornou realidade”, explica Mário.
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