A orientação profissional, a partir de identificada a vocação individual, é importante aliada para quem quer definir que carreira seguir no mercado de trabalho. A afirmação é do assistente social da Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas), Maycon Dantas, que coordenou, em parceria com a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-AM), as ações do projeto ‘ABRH na praça 2011 – O Brasil mostra o seu talento’ desenvolvidas, nesta sexta-feira, no Centro de Convivência da Família Padre Pedro Vignola, na Cidade Nova, zona norte de Manaus.
Durante o evento , que teve como tema ‘Oportunidade e Carreira Para Todos’, jovens e adultos assistiram a palestras com orientações sobre como preparar um currículo, como se comportar em entrevistas de emprego e a importância da qualificação e da orientação profissional. Participaram do evento palestrantes da Seas, ABRH-AM, Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL). A ABRH nacional desenvolve o projeto em dez capitais brasileiras.
A especialista em psicologia ocupacional e presidente da ABRH, Elaine Junkings, palestrou sobre a importância de se preparar o jovem antes de inseri-lo no mercado de trabalho. “É comum encontrarmos jovens e até adultos despreparados em relação ao comportamento diante de uma entrevista de emprego. Outra questão que merece destaque é quanto à elaboração de um currículo. Apesar de parecer simples, este documento pode ser crucial durante uma pré-seleção de candidatos a uma vaga de emprego”, explicou a especialista.
Para Maykon Dantas, qualificação e uma boa orientação profissional, são indispensáveis para jovens e adultos que ainda não sabem que carreira profissional seguir. “Às vezes os jovens, e até adultos, procuram cursos pensando apenas em retorno financeiro. Porém, se não tiver vocação para aquilo poderá, além de se frustrar com o trabalho, virar um péssimo profissional”, comentou Maykon.
Depois de assistir às palestras sobre como se comportar em uma entrevista de emprego e receber orientações vocacionais, a estudante do último ano do Ensino Médio, Alessandra Silva, 14, saiu do Centro de Convivência da Família certa da profissão que vai seguir. “Eu já tinha ideia de que encaixava na área das Ciências Exatas, mas hoje, ao descobrir o que é a engenharia mecatrônica, decidi que é esta área que vou seguir”, disse a estudante.
Agência de Comunicação do Amazonas
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