12/AGO 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Antiético

Publicado em 31 de agosto, 2011

“Igreja aberta à causa gay”. Essa notícia circulou por toda cidade de Manaus como uma novidade que, para os conhecedores da Bíblia, é tão antiga quanto o próprio Éden, jardim plantado por Deus para o homem trabalhar, viver em família, sobretudo adorando e servindo ao Criador. Lá, a serpente apareceu e distorcendo sutil e sagazmente as palavras claras e diretas ditas pela boca divina, que não davam margem para qualquer interpretação que lhe deturpasse o sentido, conseguiu enganar Eva e Adão que desobedeceram a Deus, gerando assim a queda.

A queda no pecado e a exclusão da presença divina não foi produto do preconceito de Deus, mas, sim castigo divino prometido em caso de desobediência. Sim, Deus não faz acepção de pessoas, por isso, seja qual for a cor, a raça, o sexo, o nível social, econômico e cultural do ser humano, se ele se arrepender dos seus pecados, isto é, das suas desobediências aos mandamentos que Deus promulgou para reger a vida moral, pessoal, familiar e social da humanidade, de fato Ele aceita e recebe, incluindo em sua igreja.

Mas, aqueles que, como Adão e Eva, decidem desobedecer conscientemente aos seus mandamentos, a partir de uma interpretação abusiva que impõe sobre o que Deus disse, e hoje está registrado na Bíblia Sagrada, sentidos jamais ensinados por Ele, tendo em vista justificar e fundamentar a rebelde e obstinada vontade humana, serão rejeitados por Deus e condenados a pena capital, pois, o salário do pecado é a morte e quem persiste em viver em pecado, negando a Deus e Sua Palavra amargará essa justa sentença divina.

Queridos leitores, não espero de forma alguma a concordância para com as doutrinas cristãs, pois, de fato os homens têm direito de recusar a crer, mas, uma coisa é discordar e descrer, outra, extremamente maligna e desonesta, é tentar fazer com que o evangelho diga o que ele não diz. Seria muito melhor criar uma “igreja” com fundamentos filosóficos e místicos, do que querer chamar de igreja o que não é e de evangelho uma mensagem corrompida.

Por uma questão ética é preciso concordar que interpretações sob óticas que são diametralmente opostas aos ensinos bíblicos são imorais, pois, geram a mentira quando tentam dizer que a Bíblia apoia o que ela justamente reprova e condena. Segundo as Escrituras, todos são pecadores, logo, pensar que se pode incluir excluídos fazendo vista grossa e maquiavelicamente distorcendo o claro ensino bíblico é hediondo, pois, Deus aceitará políticos corruptos, magistrados que vendem sentenças, religiosos inescrupulosos, ladrões, pessoas comuns que vivem vidas comuns, mas, que nem por isso deixam de desobedecer aos mandamentos de Deus em seus corações etc., desde que se arrependam sincera e verdadeiramente dos seus pecados, confessem Jesus como o Cristo divino e o Filho de Deus e vivam em obediência aos santos mandamentos por Ele revelados.

Discordar disso é legítimo, mas, deturpar para fins escusos é antiético! Mais uma vez quero motivar os leitores para leiam a Bíblia e tirem suas dúvidas.

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Autor
Jorge Max

Jorge Max é pastor da Igreja Batista Constantinópolis, em Educandos.

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