Acompanhando os outros Estado do País, o comércio do Amazonas apresentou crescimento de 5,8% no volume venda, que são as receitas brutas não deduzidos os imposto e deflacionadas. O crescimento foi dois dígitos abaixo da média nacional, mas que não deixa de ser positiva já que Junho é um mês de baixo movimento no comércio por não apresentar nenhuma ocorrência sazonal que impulsione as vendas.
Embora a Pesquisa do IBGE para o Amazonas não divulgue a evolução por atividade; sabe-se que Cortinas e Persianas e Vestuários e Calçados foram as duas atividades que mais colaboraram com o taxa no mês de Junho. Já as maiores quedas ficaram com Comércio de Veículos Novos e Informática e Eletrônica.
Com o dados divulgados, o comércio local mantém o ritmo de crescimento no ano que desde Janeiro vem apresentando taxas positivas na comparação com igual período do ano passado. Assim, o acumulado de 2011 acumula crescimento de 7,1% e a variação dos últimos 12 meses chegou a 8,8%. Dessa forma, todos índices do comércio local têm conseguido crescer acima da inflação.
Quando se analisa os resultados da receita nominal (sem deflação) percebe-se que o crescimento do comercio local foi ainda maior e constante.
Para o comércio ampliado que é o comércio normal acrescido os segmentos de Veículos e motocicletas, partes e peças e de Material de construção; o mês de Junho foi fraco e teve apenas 4% de crescimento em relação ao Junho_2010. Por dedução, os dois seguimento tiveram desempenho inferior no mês.
Resultados positivos – Todas as vinte e sete Unidades da Federação apresentaram resultados positivos na comparação com junho de 2010. Os destaques em termos de variações positivas do volume de vendas foram Tocantins (25,7%); Paraíba (14,2%); Pará (10,5%); Bahia (10,4%); Rondônia (10,3%) e Pernambuco com variação de 10,0% – Gráfico 4. Quanto à participação na composição da taxa do Comércio Varejista, destacaram-se, pela ordem, São Paulo (6,5%); Rio de Janeiro (6,5%); Minas Gerais (8,18%); Rio Grande do Sul (8,3%); Bahia (10,4%) e Paraná (6,9%).
Em relação ao varejo ampliado, as maiores taxas de desempenho no volume de vendas ocorreram em Espírito Santo (18,1%); Tocantins (15,9%); Pará (13,7%); Maranhão (11,6%); Alagoas (11,5%) e Paraná com variação de 11,4%. Em termos de impacto no resultado global do setor, os destaques foram os estados de São Paulo (9,0%); Rio de Janeiro (10,7%); Minas Gerais
(8,5%); Paraná (11,4%); Rio Grande do Sul (9,2%) e Espírito Santo (18,1%).
Ainda por Unidades da Federação, os resultados com ajuste sazonal para o volume de vendas apontam dezenove estados com variações positivas, na comparação mês/mês anterior, sendo os destaques: Amapá (10,4%); Alagoas (3,3%); Tocantins (3,1%); Paraíba (2,6%); Pará (2,2%) e Ceará (1,9%).
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