A Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp) lançou, na manhã desta terça-feira (2), uma campanha para receber doações de artefatos de metal que possam ser utilizados na confecção de lixeiras públicas. A idéia, segundo o titular da pasta, secretário José Aparecido dos Santos, é reunir vergalhões, grades, chapas, tubos, tambores (camburões) e outros materiais para transformá-los em lixeiras e placas de aviso sobre limpeza pública, para atender mais de 100 pontos em toda a cidade, onde foi identificada a necessidade desses artefatos. As doações podem ser feitas pelo telefone gratuito do disque-limpeza: 0800 092 6536 e a Semulsp irá ao local indicado pelo doador para recolher o material.
“A equipe de conscientização da Semulsp, que trabalha na Comissão Especial de Divulgação e Orientação sobre a Limpeza Pública (Cedolp) tem atuado em todas as zonas geográficas da cidade. Ela identificou nas zonas Norte, Leste e Oeste pontos onde ainda há problemas na coleta de lixo domiciliar pela falta dessas lixeiras e agora vamos atender a todas e ampliar cada vez mais”, explicou o secretário José Aparecido.
As lixeiras são confeccionadas dentro da própria Semulsp que tem em seu corpo de profissionais pintores, serralheiros, soldadores e pedreiros para atender a todos os serviços prestados à população. A origem do material dessas unidades de lixo doméstico é o próprio lixo que a população joga nas ruas. “Recolhemos do lixo as peças de metal que são transformadas em lixeiras”, aponta José Aparecido. Nesta terça-feira (2), 60 novas lixeiras e 10 placas de “Proibido jogar lixo” começaram a ser instaladas.
As novas lixeiras são de dois tipos: de tela e placas de metal e de camburões. As primeiras serão fixadas nas áreas urbanas da cidade em locais onde ainda existe dificuldade de acesso dos carros coletores e aquelas feitas com tambores vão atender as comunidades ribeirinhas onde a coleta domiciliar é feita uma vez por semana, com as balsas da Semulsp.
“Essas lixeiras são colocadas de acordo com um estudo prévio sobre a necessidade, o tráfego de veículos e o trânsito de pessoas nos locais”, explica o secretário. “Depois da afixação das lixeiras, a equipe de conscientização vai voltar ao local e ver se a população está utilizando da maneira correta. Se ainda houver problemas, vamos partir para conscientização de novo”, explicou.
Assessoria de Imprensa da Semulsp
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