
No Dia em que Faço 61 Anos é artigo de Jorge Pinho, procurador do Estado aposentado da PGE
Hoje completo 61 anos. E não poderia haver dia mais oportuno para publicar este artigo sobre etarismo, dignidade e saber. A vida, com seu tempo lento e firme, ensina mais do que qualquer manual: ela nos mostra que a verdadeira sabedoria não vem da pressa, mas da travessia.
Escrevi este texto em diálogo com um amigo querido, Luiz Porto, e com tantos outros — vivos ou já eternizados — que me ensinaram que envelhecer é, na verdade, amadurecer com sentido. Agradeço a todas as mensagens de aniversário que recebi — não foram poucas. Elas me lembram de que o que realmente importa na vida é formar laços, criar vínculos e construir pontes por onde o afeto possa passar.
A cada ano, compreendo melhor que as rugas que o tempo desenha em nós são apenas o invólucro de algo mais precioso: a possibilidade de continuar aprendendo, de inspirar, de partilhar e de, quem sabe, deixar um legado.
Que este artigo toque corações, desperte reflexões e, sobretudo, sirva de convite para que não temamos o tempo — mas o honremos. Porque a idade, quando bem vivida, não é peso: é bênção.
Com gratidão pela vida e pelos encontros que ela me deu.