29/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Nome de Bosco Saraiva para a Suframa é confirmado pela bancada do AM

Publicado em 02 de março, 2023

Nome de Bosco Saraiva para a Suframa é confirmado pela bancada do AM

Além de reconduzir Omar Aziz à liderança, bancada amazonense também confirmou o nome do ex-deputado federal Bosco Saraiva, para a Suframa.
Foto: Divulgação

O ex-deputado federal Bosco Saraiva (Solidariedade) será o indicado pela bancada de parlamentares do Amazonas, no Congresso Federal, para assumir o comando da Superintendência da Zona franca de Manaus (Suframa), que há dois meses vem sendo administrada interinamente por servidores de carreira da autarquia.

A bancada, composta por oito deputados federais e três senadores, nesta quarta-feira, 1º/3, reconduziu à sua liderança o senador Omar Aziz (PSD), e na ocasião confirmou por unanimidade o nome do ex-presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM) e ex-secretário de Segurança Pública do Amazonas, para comandar a Suframa.

Em entrevista a uma rádio local, nesta quarta-feira, Bosco Saraiva, confirmou a informação de sua indicação para chefiar a autarquia, entretanto, ainda não previsão para que o nome seja confirmado.

De acordo com o senador Omar, o nome do ex-parlamentar será apresentado a Lula para assumir a autarquia federal. A disputa pela chefia da Suframa estava entre Bosco e o ex-deputado federal José Ricardo Wendling (PT).

Nomeação

No último dia 17, o servidor de carreira da Suframa, o economista Marcelo Souza Pereira, passou a responder como superintendente interino da autarquia. A nomeação foi publicada na edição extra 35-A, do Diário Oficial da União (DOU). A portaria de nomeação nº 1.737 é assinada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa dos Santos.

Marcelo, que foi superintendente adjunto da Suframa na gestão Dilma Rousseff e um período na gestão de Michel Temer, substituiu a também servidora de carreira Ana Maria Souza. Ela respondia pela autarquia desde 26 de janeiro, após parecer da Advocacia-Geral da União (AGU).

Marcelo chegou a responder pela superintendência nos três últimos dias do governo Bolsonaro, quando o general Polsin pediu demissão, mas apenas para impedir a vacância do cargo.

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