
Veja nova pesquisa mostrando equiparação na disputa entre Wilson (esquerda) e Amazonino
Nova pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda (06/06) mostra mudança no cenário das eleições deste ano no Amazonas. O governador Wilson Lima, candidato à reeleição, encostou de vez em Amazonino Mendes. Ele está à frente na consulta espontânea (22,7% a 22,1%), com Eduardo Braga em terceiro (14,8%) e menos de um ponto atrás na estimulada (28,1% a 29%), com Braga nos 19,2%.
O Iveritas Instituto de Pesquisas, responsável pelo levantamento, traçou um cenário sem Amazonino. Wilson fica em primeiro (33,2%), com Braga atrás (29,3%). Sem Braga, num mano-a-mano entre Wilson e Amazonino, o ex-governador tem pequena vantagem (36,6% a 31,5%). E, finalmente, sem Braga e Amazonino, Wilson dispara e atinge 40,2%, contra 9,2% de Henrique Oliveira e 9% de Ricardo Nicolau.
O Iveritas tem 27 anos realizando pesquisas e trabalha em diversos Estados brasileiros.
A rejeição do governador, que chegou perto dos 70% na área pesquisada, está em 23,3%. Braga é rejeitado por 21,4% e Amazonino por 16,4%.
A pesquisa foi registrada no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número AM-08931/2022, de 17/05/2022. O trabalho abrange a área urbana de Manaus, além de Iranduba, Manacapuru, Rio Preto da Eva, Careiro Castanho, Coari, Maués, Nova Olinda do Norte, Tefé, Borba, Manicoré, Presidente Figueiredo e Alvarães. Foi realizado entre 25/04 e 05/05, tendo entrevistado 5.906 eleitores.
O Iveritas pesquisou a preferência atual do eleitorado para o Senado. Em pesquisa estimulada, aquela na qual o eleitor vê uma cartela com nomes dos candidatos, Arthur Virgílio (31,7%) está à frente. Omar Aziz (21,8%), Coronel Menezes (11,8%), Chico Preto (8,9%) e Luiz Castro vêm a seguir.
Omar, que busca a reeleição, tem a maior rejeição (28,1%), seguido de Arthur (20,8%), Menezes (11,3%), Chico (9,5%) e Luiz Castro (8,2%).
O ex-presidente Lula domina amplamente o cenário eleitoral para presidente. Ele está a frente de Bolsonaro na pesquisa estimulada (49,9% a 34,8%) e tem menor rejeição que o atual presidente (43,5% a 32,5%).
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