
URGENTE: Wilson apoiará Bolsonaro, só dependendo da sintonia fina de alguns detalhes, como a solução do IPI da Zona Franca
O governador do Amazonas, Wilson Lima, vai apoiar o presidente Jair Bolsonaro à reeleição. Ele teria recebido autorização do comando do União Brasil para isso, conforme a coluna Panavueiro antecipou. A federação acaba de anunciar aliança com PSDB, MDB e Cidadania para apontar terceira via. O grupo tenciona quebrar a polarização entre Bolsonaro e o ex-presidente Lula.
As cúpulas partidárias não formarão federação, justamente porque não querem interferir nas alianças estaduais. Cada um poderá ter candidato próprio a governador e senador, mas o candidato a presidente será único. Wilson é exceção negociada com antecedência, mesmo antes da filiação dele ao União Brasil.
O anúncio oficial do apoio a Bolsonaro, no entanto, só ocorrerá quando a candidatura dele for homologada, adianta fonte do Portal do Marcos Santos.
Amazonino, finalmente, recebe uma notícia que lhe dá mais segurança quanto a ter uma sigla para disputar. É que, com a cúpula decidindo não formar federação, cada uma das siglas pode ter candidato próprio a governador.
O ex-governador e ex-prefeito de Manaus só precisa driblar a determinação do senador Plínio Valério (PSDB-AM) de ser candidato pelo PSDB, para ter o apoio dos tucanos presididos no Amazonas pelo ex-prefeito Arthur Virgílio. Mas ele tem a garantia de que, mesmo isoladamente, terá o Cidadania, ao qual se filiou, para entrar na disputa.
Eduardo Braga também escapa da arapuca montada pelos líderes nacionais. Ele fica com o MDB à disposição para sair candidato.
A separação é também para driblar a exigência da legislação. Cada partido ou federação só poderá indicar candidatos no número de vagas para a unidade da federação, mais um. No Amazonas, para deputado federal são oito vagas e, com isso, cada um pode indicar apenas nove candidatos. Para estadual, com 24 cadeiras na Assembleia, o número é de 25 candidatos por cada um.
Com a formação de federação ficaria faltando lugar para os candidatos já lançados. E a disputa interna seria insuportável.
Quanto aos candidatos a Senado, com a aliança informal, igual à disputa do Governo, cada partido ou federação pode lançar candidato próprio.
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