05/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Atitude 

Publicado em 03 de janeiro, 2021

Por Augusto Bernardo Cecílio

A diferença entre os Países pobres e os ricos não é a idade do país. Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que tem mais de 2000 anos e são pobres. Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que há cerca de 150 anos eram inexpressivos, hoje são países desenvolvidos e ricos.

A diferença entre países pobres e ricos também não reside nos recursos naturais disponíveis. O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial. O país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima do mundo todo e exportando produtos manufaturados.

Outro exemplo é a Suíça, que não planta cacau, mas tem o melhor chocolate do mundo. Em seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Não obstante, fabrica laticínios da melhora qualidade. É um país pequeno que passa uma imagem de segurança e trabalho, o que o transforma na caixa forte do mundo.

Executivos de países ricos que se relacionam com seus pares de países pobres mostram que não há diferença intelectual significante. A raça ou a cor da pele também não são importantes: imigrantes rotulados de preguiçosos em seus países de origem são a força produtiva de países europeus ricos.

Qual é então a diferença?

A diferença é a atitude das pessoas moldada ao longo dos anos pela educação e pela cultura. Ao analisarmos a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios da vida: a ética como princípio básico, a integridade, a responsabilidade, o respeito às leis e regulamentos, o respeito pelo direito dos demais cidadãos, o amor ao trabalho, o esforço pela poupança e pelo investimento, o desejo de superação e a pontualidade.

Nos países mais pobres apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária. Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco. Somos pobres porque nos falta atitude. Nos falta vontade para cumprir e ensinar esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.

Somos assim por querer levar vantagem sobre tudo e todos. Somos assim por ver algo de errado e dizer: “deixa pra lá”. Devemos ter atitude e memória viva. Só assim mudaremos o Brasil de hoje.

Em tempo: esse texto foi recebido via internet, desconheço a autoria, mas faço questão de repassá-lo, na íntegra, aos amigos leitores para ser utilizado nos momentos de reflexão típicos da época em que vivemos, envolvendo o nascimento de Jesus Cristo e a passagem para um novo ano, que se abre por inteiro para nos receber (após um ano cruelmente difícil para a humanidade), esperando de todos nós a retribuição na forma de amor, fraternidade, compreensão, solidariedade, coragem e… atitude.

 

*Auditor fiscal e professor

 

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Autor
Augusto Bernardo Cecílio

* Auditor fiscal da Sefaz, coordena o Programa de Educação Fiscal no Amazonas.

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