A troca definitiva do óleo combustível para gás e vapor, em Manaus, se dará no início de 2015, quando está programada a inauguração da usina Mauá 3. A ordem de serviço para a obra foi assinada hoje, na capital amazonense, pelo ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, o presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, e o presidente da Eletrobras Amazonas Energia, Marcos Aurélio Madureira da Silva. O investimento total será de R$ 1,1 bilhão e a usina vai produzir 583 Megawatts (MW) em ciclo combinado de gás e vapor. O governador Omar Aziz, o senador Eduardo Braga (PMDB) e a deputada federal Rebecca Garcia (PP) participaram do evento.

Marcos Madureira, da Eletrobras Amazonas Energia, assina o protocolo para construção da usina, observada pela deputada Rebecca Garcia. Foto: Divulgação/Eletrobras Amazonas Energia
José da Costa Carvalho Neto disse o que o manauara está acostumado a ouvir e aprendeu a duvidar: “Com a construção da nova usina aliada ao volume de obras e investimento que a empresa vem realizando no Amazonas, até 2014, Manaus terá um dos sistemas mais confiáveis do País. É fácil afirmar que a Manaus será uma das cidades de melhor atendimento, em se tratando de energia elétrica”, declarou.
Marcos Madureira, que também é presidente da Empresas Distribuidoras de Energia (EDE) da Eletrobras, declarou que o momento é marcante. “A cidade confirma os investimentos que vem recebendo, não apenas em geração de energia, mas também com a aplicação de recursos nas redes de distribuição e de transmissão de energia elétrica”, disse.
Mauá 3 terá duas turbinas movidas a gás natural e uma a vapor. A nova usina terá potência instalada de 583 MW, utilizando cerca de 2.300.000 m3 de gás natural por dia.
Édson Lobão afirmou que as interrupções no fornecimento de energia elétrica dos últimos meses serão sanadas com a entrada em operação de Mauá 3, aliada à linha de transmissão que será conectada ao Sistema Interligado Nacional (SIN). “Teremos uma energia de maior qualidade, confiabilidade e segurança. Só a nova usina que será construída, irá aumentar em cerca de 50% a capacidade de energia produzida hoje por Manaus”, alegou o ministro.
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