31/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Sem cenário propício para reajustes, custo da construção se mantém estável no AM

Publicado em 10 de junho, 2020

Sem cenário propício para reajustes, custo da construção se mantém estável no Amazonas. Foto: Altemar Alcântara/Semcom

O Índice da Construção Civil (Sinapi), no Amazonas, foi considerado estável, com pequeno crescimento de 0,05%, no mês de maio. O dado foi divulgado nesta quarta-feira (10/6), pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, o atual cenário, em que o mundo enfrenta a pandemia do novo coronavírus, não está propício para as vendas de balcão, fazendo com que os preços se mantenham sem reajuste.

No mesmo sentido, segundo o instituto, a mão de obra ocupada não tem tido qualquer aumento em sua remuneração. “Esse conjunto de fatores mantém estável o indicador no Amazonas”, afirmou o IBGE.

A variação em relação a abril foi de 0,02 pontos percentuais. A variação percentual em 2020 chegou a 0,25%. Enquanto o acumulado dos últimos 12 meses chegou a 4,3%, no Estado.

No Brasil, o índice do mês foi de 0,17% em maio, diminuindo -0,08 ponto percentual em  relação ao mês anterior (0,25%). O acumulado do ano alcançou 1,33%. Já a variação dos últimos doze meses foi 3,74%, ou seja, 0,06 p.p. abaixo daquela variação registrada em abril (3,68%).

Variação por estado

A variação percentual da construção civil do Estado do Amazonas de 0,05% obtida no mês de maio de 2020, colocou o estado do Amazonas na posição intermediária entre as outras unidades da federação.

Os menores índices ficaram por conta do Pará com -0,04%, Bahia 0,05% e Rio Grande do Norte com -0,1%. E os maiores ficaram por conta de: Maranhão com 1,57%, Amapá com 0,67% e Roraima com 0,54%.

A variação percentual da construção civil do Estado do Amazonas de 0,05% obtida no mês de maio de 2020, colocou o estado do Amazonas na posição intermediária entre as outras unidades da federação.

O custo médio da construção civil no Estado do Amazonas de R$1.147,97 colocou o estado em uma posição intermediária em relação às outras unidades da federação.

Os menores custos ficaram por conta de: Sergipe (R$ 1.000,97), Pernambuco (R$ 1.050,65) e Rio Grande do Norte (R$ 1.053,65). E os maiores ficaram por conta de: Santa Catarina (R$ 1.337,61), Rio de Janeiro (R$ 1.320,2) e Acre (R$ 1.302,41).

O custo médio da componente material no Estado do Amazonas de R$636,35 colocou o estado em uma posição intermediária em relação às outras unidades da federação.

Os menores custos de material ficaram por conta de: Sergipe (R$ 543,09), Espírito Santo (R$ 553,29) e Paraná (R$ 571,02). E os maiores ficaram por conta de: Acre (R$ 730,43), Rondônia (R$ 693,4) e Distrito Federal (R$ 686,83).

O custo médio da componente mão de obra no Estado do Amazonas de R$511,62 colocou o estado em uma posição intermediária em relação às outras unidades da federação.

Os menores custos de mão de obra ficaram por conta de: Sergipe (R$ 457,88), Rio Grande do Norte (R$ 465,18) e Ceará (R$ 467,84). E os maiores ficaram por conta de: Santa Catarina (R$ 693,16), Rio de Janeiro (R$ 686,2) e São Paulo (R$ 637,22).

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