
Sem cenário propício para reajustes, custo da construção se mantém estável no Amazonas. Foto: Altemar Alcântara/Semcom
O Índice da Construção Civil (Sinapi), no Amazonas, foi considerado estável, com pequeno crescimento de 0,05%, no mês de maio. O dado foi divulgado nesta quarta-feira (10/6), pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, o atual cenário, em que o mundo enfrenta a pandemia do novo coronavírus, não está propício para as vendas de balcão, fazendo com que os preços se mantenham sem reajuste.
No mesmo sentido, segundo o instituto, a mão de obra ocupada não tem tido qualquer aumento em sua remuneração. “Esse conjunto de fatores mantém estável o indicador no Amazonas”, afirmou o IBGE.
A variação em relação a abril foi de 0,02 pontos percentuais. A variação percentual em 2020 chegou a 0,25%. Enquanto o acumulado dos últimos 12 meses chegou a 4,3%, no Estado.
No Brasil, o índice do mês foi de 0,17% em maio, diminuindo -0,08 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,25%). O acumulado do ano alcançou 1,33%. Já a variação dos últimos doze meses foi 3,74%, ou seja, 0,06 p.p. abaixo daquela variação registrada em abril (3,68%).
A variação percentual da construção civil do Estado do Amazonas de 0,05% obtida no mês de maio de 2020, colocou o estado do Amazonas na posição intermediária entre as outras unidades da federação.
Os menores índices ficaram por conta do Pará com -0,04%, Bahia 0,05% e Rio Grande do Norte com -0,1%. E os maiores ficaram por conta de: Maranhão com 1,57%, Amapá com 0,67% e Roraima com 0,54%.
A variação percentual da construção civil do Estado do Amazonas de 0,05% obtida no mês de maio de 2020, colocou o estado do Amazonas na posição intermediária entre as outras unidades da federação.
O custo médio da construção civil no Estado do Amazonas de R$1.147,97 colocou o estado em uma posição intermediária em relação às outras unidades da federação.
Os menores custos ficaram por conta de: Sergipe (R$ 1.000,97), Pernambuco (R$ 1.050,65) e Rio Grande do Norte (R$ 1.053,65). E os maiores ficaram por conta de: Santa Catarina (R$ 1.337,61), Rio de Janeiro (R$ 1.320,2) e Acre (R$ 1.302,41).
O custo médio da componente material no Estado do Amazonas de R$636,35 colocou o estado em uma posição intermediária em relação às outras unidades da federação.
Os menores custos de material ficaram por conta de: Sergipe (R$ 543,09), Espírito Santo (R$ 553,29) e Paraná (R$ 571,02). E os maiores ficaram por conta de: Acre (R$ 730,43), Rondônia (R$ 693,4) e Distrito Federal (R$ 686,83).
O custo médio da componente mão de obra no Estado do Amazonas de R$511,62 colocou o estado em uma posição intermediária em relação às outras unidades da federação.
Os menores custos de mão de obra ficaram por conta de: Sergipe (R$ 457,88), Rio Grande do Norte (R$ 465,18) e Ceará (R$ 467,84). E os maiores ficaram por conta de: Santa Catarina (R$ 693,16), Rio de Janeiro (R$ 686,2) e São Paulo (R$ 637,22).
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