
Foto: Divulgação/Arquivo-Secom
Levantamento da Secretaria Executiva Adjunta de Pesca e Aquicultura (Sepa) com revelou que, na Semana Santa, foram comercializadas mais de 1.170 toneladas de pescado no mercado local, que movimentaram cerca de R$ 10 milhões. No período, também foram vendidas mais de 800 toneladas para os mercados nacional e internacional, mesmo diante do avanço do novo coronavírus, que levou ao isolamento social.
As agroindústrias de pescado foram responsáveis por movimentar cerca de 50% dos R$ 10 milhões. O levantamento foi feito junto a dez agroindústrias de pescado, seis supermercados, 11 transportadores de pescado de Roraima e Rondônia e com comerciantes do Feirão da Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror)
“A Semana Santa é o período de maior procura por pescado no Amazonas. Esse fato se deve à tradição dos cristãos de não se alimentarem de carne vermelha, principalmente na Sexta-Feira Santa, para relembrar o jejum de Cristo, o que deixa acima da média o consumo de pescado”, disse o secretário da Sepa/Sepror, Leocy Cutrim.
Para o secretário da Sepa/Sepror, os números mostram que, mesmo na situação de crise global pela qual estamos passando, o pescado ainda é a principal fonte de proteína animal consumida pela população amazonense.
“Temos que continuar acreditando na pesca e na aquicultura como fontes provedoras do nosso principal item alimentar: o pescado. E nós da Sepror iremos continuar apoiando e promovendo o desenvolvimento rural sustentável desses setores, e estamos trabalhando sério, pois só assim a gente muda o Amazonas”, afirmou Cutrim.
Durante a Semana Santa também foram doadas 70 toneladas de pescado para entidades beneficentes que estavam cadastradas junto à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejusc), Secretaria de Assistência Social (Seas) e ao Fundo de Promoção Social e Erradicação da Pobreza (FPS), pois, por conta da pandemia, as feiras da ADS e o programa Peixe no Prato estão temporariamente suspensos para evitar aglomerações, conforme determinado em decretos governamental e federal.
A ação ajudou os piscicultores a se manter economicamente ativos e ajudou a alimentar pessoas em vulnerabilidade social.
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