
Foto: Divulgação /Sinteam
Os professores da rede estadual de Ensino vão se reunir, logo mais, às 16h, para decidir se aceitam a contraproposta oferecida pelo Governo do Amazonas. A informação é do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam).
Na última terça-feira (23), a categoria se reuniu com o vice-governador, Carlos Almeida, que se comprometeu a estudar as perdas residuais que os trabalhadores afirmam ter sofrido nas negociações salariais do ano passado sobre as datas-bases de 2015 a 2018. Almeida também garantiu os 3,93% da reposição salarial dos últimos 12 meses.
A presidente do Sinteam, Ana Cristina Rodrigues, disse que o governo manteve a proposta de 3,93% com uma possibilidade de conceder 9,6% das perdas do poder de compra referente ao período de 2015 a 2018.
O vice-governador disse que, caso tenha havido, no processo de negociação do ano passado, a ausência de percentual que seja perda ao longo de 2015 a 2018, o percentual será analisado pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e, se confirmado, será proposto à Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).
A assembleia para apreciação da contraproposta será às 16h desta sexta-feira (26), na Praça do Congresso, no Centro de Manaus.
Confusão
Nesta sexta pela manhã, o Sinteam informou que, na Escola Estadual Ruy Araújo, na Cachoeirinha, zona sul de Manaus, a diretora da instituição impediu a entrada do comando de greve.
Desde o início da paralisação, o comando está visitando as escolas para conversar com os professores que ainda não aderiram à greve por medo ou dúvida, segundo o Sinteam.
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