23/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Veja resumo completo do único debate com Amazonino presente, incluindo vídeos dos confrontos mais duros

Publicado em 13 de setembro, 2018

Veja resumo completo do único debate com Amazonino presente

Veja resumo completo do único debate com Amazonino presente, na Band AM, depois de o governador ter se esquivado de todos os demais

Os seis principais candidatos a governador do Amazonas se defrontaram, nesta quarta (12/09), em debate da TV Band AM. O debate foi conduzido pelo jornalista Otávio Ceschi Jr, o Tavito. Amazonino Mendes, Omar Aziz, Berg da UGT, David Almeida, Lúcia Antony e Wilson Lima fizeram um confronto “morno”.

Ocorreram poucos momentos impactantes.

O primeiro deles foi quando Omar Aziz e Wilson Lima discutiam sobre saúde. Wilson disse que resolveria o problema porque “não tem o rabo preso”. Omar não gostou e pediu respeito aos demais candidatos. Veja:

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O outro momento mais tenso foi quando David Almeida cobrou de Amazonino 625 dispensas de licitação no Governo do Estado. Amazonino revidou afirmando que David dispensou licitação de R$ 5 bilhões. Veja:

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David Almeida conseguiu, no último bloco, um direito de resposta por causa da acusação de dispensar licitação de R$ 5 bilhões. E fez o desafio de renunciar à candidatura e ao mandato de deputado estadual caso isso fosse provado. Veja:

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A seguir, o resumo do debate, em todos os blocos e em todas as intervenções dos candidatos:

Apresentador faz a abertura e arte mostra as regras para os cinco blocos.

Os candidatos falam pela ordem definida em sorteio prévio:

Amazonino: É preciso continuar trabalhando para “arrumar a casa”.

Omar Aziz: Foco na segurança.

Berg da UGT: Trabalhador vota em trabalhador.

David Almeida: Trabalho realizado quando assumiu o governo.

Wilson Lima: Renovação.

Lúcia Antony: Trabalho e renda.

1º Bloco – candidato contra candidato

Amazonino abre a série de perguntas dirigindo-se a Wilson Lima. “Como se garante para governar um Estado tão complexo, sem nunca ter tido experiência administrativa?”

Wilson: “Os experientes estão presos. Essa experiência eu não tenho e não vou ter”.

Réplica de Amazonino: “Resposta típica de comentarista de TV. Crítico, mas não responde como enfrentar o problema. Sofri muito, lá de baixo, na Prefeitura, para chegar até aqui” (Amazonino se atrapalha com o tempo, como, aliás, ocorreu em todo o debate).

Wilson Lima pergunta para Omar Aziz.

O que acha da consultoria de Rudolph Giuliani, contratada por R$ 5 milhões, pelo Governo do Estado?

Omar: Muitza pirotecnia, sem planejamento algum. O crime organizado manda no Estado. Não dá para demorar no combate a isso ou vamos perder essa guerra. Em meu governo vamos dar ênfase no Ronda no Bairro e Ronda Total.

Réplica de Wilson: quem conhece nossa realidade é o policial civil que está nas ruas. Policial de Beruri tem cota de combustível de oito litros por dia. Vou executar o programa Rede de Vizinhos Protegidos.

Tréplica de Omar: quem cuida de pessoas são seres humanos. Vou contratar 4 mil policiais. Maioria dos DIPs têm viaturas paradas. Os empresários são pagos e os carros não rodam porque não têm policiais.

Lúcia Antony pergunta para David Almeida.

Como foi que em quatro meses o senhor resolveu todos os problemas do Amazonas?

David Almeida: Assumi o Governo em crise, com anúncio de greve da PM. Fizemos a maior promoção da história da PM e dos Bombeiros, o maior pagamento dos professores, havia 136 mil pessoas na fila de espera de consultas e o Estado passou a ligar para moradores perguntando sobre cirurgia e consulta. O Estado arrecadou mais que no ano anterior, que foi ano de Copa do Mundo.

Lúcia: Promete a distribuição da sobra do Fundeb para os professores e afirma que o piso do trabalhador em educação do Maranhão é R$ 5,8 mil.

Berg pergunta para Amazonino.

O senhor tem quatro mandatos no Governo do Estado e o Amazonas vive caos na saúde, educação e segurança. O senhor acha que o povo merece um quarto mandato seu?

Amazonino: A maior promoção na PM, mais de 6 mil, foi feita por mim. Estou preparando mais 1.700 promoções. O Estado cresceu mais, mudou, com obras em Manaus e interior. Quando peguei o Estado, a situação era de desalento. Havia hjospital do interior que estava 17 meses sem receber recursos. Estou postulando o cargo com base na minha experiência. Passei 15 anos fora. O índice de criminalidade era o menor. Com o Ronda no Bairro índice de criminalidade aumentou. Agora reduziu em 12,1 homicídio e 28% no latrocínio.

Réplica de Berg: Essa infraestrutura toda que o senhor fala não está chegando aos Municípios. Pessoas que precisam da saúde continuam vindo para Manaus. Segurança com pessoas sendo assaltadas, eu próprio já fui assaltado duas vezes. Alguém está lhe passando dados que não são corretos.

Tréplica de Amazonino: Não peguei uma varinha de condão e resolvi todos os problemas do Amazonas. Quero mais quatro anos para dar um salto e voltar a ser como era quando deixei. Estamos fazendo investimento de R$ 1 bilhão a R$ 1,5 bilhão. Fui buscar Giuliani porque não quero enxugar gelo.

David Almeida pergunta para Lúcia Antony.

Este é o pior momento da história do Amazonas na segurança pública. O que a senhora pretende fazer a respeito?

Lúcia: Temos que combater as causas da violência, como o tráfico de drogas. Precisamos fazer um combate com inteligência.

Réplica de David: Vamos valorizar o policial e não trazer um Giuliani para vir dar lições nos especialistas em segurança que conhecem o Amazonas e o nosso povo.

Tréplica de Lúcia: A preparação dos policiais é fundamental e nós vamos investir nelas.

Omar pergunta para Berg.

Como o senhor acha que o Governo do Estado vai fechar as contas este ano?

Berg: Nessa parte da economia, nós precisamos melhorar o portal da transparência do Governo do Estado. O governador terá um orçamento de R$ 60 bilhões em quatro anos. Precisamos criar um Batalhão de Policiamento de Transportes Urbanos, para combater os assaltos nos ônibus. E vamos construir quatro hospitais com o dinheiro que foi desviado da Maus CAminhos, R$ 100 milhões.

Réplica de Omar: O Governo do Estado já autorizou empenho de R$ 17,4 bilhões este ano. O orçamento aprovado é de apenas R$ 15,3 bilhões. E olhe que tem uma dívida que a Petrobras pagou, de R$ 500 e poucos milhões, incluída na receita. O Governo do Estado vai dar calote nos credores, passando as dívidas para o outro ano fiscal, para o próximo governador.

Tréplica de Berg: tem que melhorar o portal da transparência. Vamos rever os contratos e tapar buracos de desvios de recursos.

 

2º bloco, perguntas dos jornalistas da emissora.

Neto Cavalcante, aborda o turismo, responde Omar Aziz e comenta Berg.

Omar: Vamos criar Parques ecológicos, fomentar o turismo sustentável, buscar alternativas para a Zona Franca de Manaus. Nem um Estado da Amazônia tem turismo forte.

Comentário de Berg: Vamos abrir a caixa preta da BR-319 (candidato deixou no ar a impressão de que a rodovia dará acesso a São Gabriel da Cachoeira, o que seria erro geográfico grosseiro).

Tréplica de Omar: Vamos fomentar parcerias público-privada para conseguir fazer frente aos gastos com investimentos.

Catiana Pontes pergunta sobre a guerra de facções, Amazonino responde e Wilson Lima comenta.

Amazonino: A escalada do crime organizado é brutal e torna o País presa de situação que compromete o Estado Brasileiro. Notícias do Rio de Janeiro é de que o crime não permite acesso da campanha política, salvo com autorização do chefe do tráfico. O combate eficaz na Colômbia empurrou para o Amazonas a ação do tráfico de drogas e do crime organizado. A situação é tão clara que o Acre é o Estado mais perigoso do Brasil. Não se combate com secretários, cargos, mas inteligência. Estou impressionado com as críticas aqui feitas à maior autoridade do mundo. Giuliani combateu o tráfico em Medellin, Colômbia, com eficiência.

Wilson: 80% dos assassinatos têm relação com o tráfico de drogas. Vamos dar segurança na fronteira e aumentar efetivo na PC e PM.

Amazonino: fronteiras são responsabilidade do Governo Federal. Estamos perdendo a guerra, ano a ano. Medellin tinha 370 assassinatos por cada 100 mil habitantes e hoje tem 30. O caminho é esse. O que são R$ 5 milhões para salvarmos nossas vidas?

Júnia Januária pergunta sobre alternativa econômica para o Amazonas, David responde e Omar comenta.

David: Meu programa de governo está baseado em logística e infraestrutura. O estoque trânsito diminui de 15 para três dias, com o asfaltamento da BR-319. Diminui o custo de produção e empresas terão mais dinheiro para investir. Vamos simplificar a legislação tributária.

Omar: Trouxe, quando fui governador, um segmento novo para a ZFM, a indústria de genéricos. Quero agora indústrias têxtil, de calçados e alimentos. Mas não adianta produzir se o produto não tiver competitividade e, por isso, vamos fazer investimento em imnfraestrutura e logística.

Tréplica de David: Vamos investir na produção de alimentos. Exploração de energia solar. Uma indústria instalada em Manaus já está dando início à produção de placas. E vamos acabar com esse asfalto que é colocado de quatro em quatro anos.

Natan Balieiro pergunta sobre cultura e festas do interior, Berg responde com comentário de David.

Berg: Precisamos de mais investimento nas festas do interior. Critica O Festival Amazonas de Ópera. Afirma que o Fecani teve dificuldade por causa da péssima conservação da estrada AM-010.

David: Quando fui governador resgatei o Festival de Parintins, que o governo não patrocinou no ano anterior. Trouxe de volta o Fecani e o Festival da Bola da Suframa.

Réplica de Berg: O investimento nessas festas tem que ser dividido com saúde e educação.

Roseane Carvalho pergunta sobre a roubalheira no Governo, Lúcia Antony responde e Amazonino comenta:

Lúcia: Critica a “campanha de criminalização da política” e afirma que a maior roubalheira está na sonegação fiscal. Destaca o papel da Assembleia na fiscalização.

Amazonino: elogia Lúcia. Corrupção é terrível e quase destruiu a Petrobras. Derrocada nacional deve-se ao desvio de recursos, à malversação. Amazonas também tem esse comportamento cultural negativo, lamentável. Maior preocupação do meu governo é com o desvio de recursos.

Eduardo Galvão indaga sobre a desativação do regime semiaberto do Compaj, Wilson responde e Lúcia comenta.

Wilson: O Governo do Estado perdeu o controle dos presídios. Prometo revisar o contrato da Ummanizzare. Tem bandido fazendo acampamento do lado do muro do Compaj. Vou desmatar 50 metros ao redor, colocar bloqueador de celular e bloqueador de túneis, além de tomar medidas para recuperação de detentos. Críticas às audiências de custódia e ao massacre do Compaj. Cadeias sob controle do crime organizado, que comanda aqui fora.

Lúcia: A saída é a criação de pequenos presídios. Crítico as propostas de “matar nossos filhos”. Alternativa é permitir que presos voltem à sociedade recuperados. Humanizar atendimento em pequenos presídios.

Réplica de Wilson: Monitoramento das tornozeleiras nunca sabe onde o preso está. Presos do semiaberto trazem drogas e armas para o regime fechado.

(Programa esqueceu uma réplica de Lúcia. Que também perdeu o fio da meada da resposta de Amazonino.)

 

3º bloco – novo confronto de candidatos

Amazonino pergunta para Lúcia Antony

(Fez uma pergunta indecifrável e foi, outra vez, vencido pelo tempo).

Lúcia aproveitou para divulgar o discurso PT-PCdoB: “Há dois projetos em disputa nesta eleição. Haddad é o único candidato a favor da ZFM. Também sou contra as reformas de Temer, como a Reforma Trabalhista.

Amazonino: A economia do Amazonas ainda é ZFM. Vou trazer uma fábrica de chip, que seria a única do Brasil, como forma de fazer Zona Franca respeitada.

Lúcia defende Vanessa dizendo que foi a única na defesa da ZFM.

Wilson pergunta para Omar.

Como resolver o problema da Saúde, onde a marcação de consulta tem espera de dois, até três anos?

Omar: (critica a indústria de chip prometida por Amazonino porque “a tecnologia avança de dois em dois meses”). Fila: A baixa resolutividade é provocada pela falta de epecialistas. Vou promover o funcionamento noturno das unidades de saúde para acabar com as filas.

Réplica de Wilson: Susam tem R$ 2 bilhões para gastar este ano. A Susam, enquanto isso, ainda consulta pastas físicas para saber se funcionário tem direito a férias. Vamos promover a revisão de contratos. Eu resolvo porque não tenho o rabo preso.

Tréplica de Omar: Não é bem assim. Você está com a mania de achar que é o único e não é bem assim. Todos os que estão aqui precisam ser respeitados.

David pergunta para Amazonino.

Como o senhor explica a dispensa de licitação em 625 contratos, em valor superior a R$ 500 milhões?

Amazonino: O senhor não responde também à acusação de dispensa de uma licitação de R$ 5 bilhões. Não tenho conhecimento dessas dispensas de que o senhor fala. As licitações têm lisura e transparência no meu governo. A casa está arrumada porque segurei o dinheiro, além de pagar datas-bases que o nobre deputado não pagou. O trato da coisa pública tem respeito e por isso meu governo tem o respeito do Ministério Público e da Justiça. Por isso que o Estado está assim.

David: Tem um livro de R$ 12 que quase foi comprado por R$ 50. Isso só não aconteceu porque a Assembleia não deixou. Esse negócio da data-base e reajuste de professores e PMs só aconteceu na marra, quando os deputados chegaram a dar 27% de reajuste para professores e para PMs.

Amazonino: O senhor se cala diante da dispensa de licitação de R$ 5 bilhões. Esse preço menor do livro na livraria de Manaus era por se tratar de estoque antigo. E o senhor é que contratou cirurgias superfaturadas.

Berg pergunta para Wilson.

O que o swenhor acha da declaração de ministro da Educação sobre os baixos índices do Amazonas?

Wilson: Amazonas está entre os cinco Estados que pioraram desempenho no Ensino Médio. vamos ampliar escolas e vagas de tempo integral e dar aulas de reforço no contraturno.

Berg: críticas às APMCs (Associação de Pais, Mestres e Comunitários), das escolas porque “elas estão resolvendo de tudo, de ar-condicionado quebrado a lâmpada queimada, quando isso é obrigação do Estado”.

Wilson: Vamos ampliar o Cetam, que já foi importante e agora está sendo deixado de lado.

Omar pergunta para David

O que fazer para resolver os problemas econômios que levam o Amazonas aos problemas que atravessa?

David: Antes quero falar sobre essa acusação de que fiz dispensa de licitação de R$ 5 bilhões: isso é Fake News e a Justiça já mandou retirar da página que publicou. O governador atual é que fez muitos outros processos com dispensa de licitação. Os problemas econômicos do Amazonas serão resolvidos porque nós vamos desburocratizar, simplificar a legislação tributária e investir em infraestrutura e logística.

Omar: Vamos criar um Polo de Startup para gerar empregos e trazer novos funcionários. Quando fui governador criei o segmento de genéricos na Zona Franca, trazendo indústria para cá, e precisamos investir em novos segmentos para gerar empregos na ZFM.

David: Amazonino não depende do sistema público de saúde e por isso acha que tudo está funcionando. Que tipo de governante você quer, quem te respeita ou quem acha que R$ 5 milhões não é nada?

Lúcia pergunta para Berg

Lúcia: O Governo Temer tem atuado contra o trabalhador. O que o senhor vai fazer na defesa do emprego e do trabalhador?

Berg: quem paga a conta das políticas econômicas é sempre o trabalhador: É assim na Reforma Trabalhista e nos reajustes de impostos.

Lúcia: Temos que parar de investir na atividade meio e fazer o dinheiro chegar na atividade fim (esse mote ela repetiu em diversas manifestações no debate).

Berg: O Amazonas abriu 280 mil empresas em 2017 e 60% não lograram êxito. A gente precisa evitar que isso aconteça.

 

4º bloco, empresários escolhidos pela produção fazem perguntas para os candidatos. Estes respondem, mediante sorteio

Direito de resposta Amazonino sobre livros: A compra começou com o David. O seu vice-presidente da Assembleia, Abdala Fraxe, tentou comprar o mesmo livro por R$ 60.

Empresário Ceará da Macaxeira, da Feira Manaus Moderna, tenta perguntar para David Almeida, mas a escolha é por sorteio. Ele afirma que 90% do que entra em Manaus vem de fora. E diz que a pergunta é sobre a BR-319.

Amazonino responde e Berg comenta.

Amazonino: Amazonas sofreu regressão na produção. Importou R$ 400 milhões de farinha ano passado, do Paraná e Pará, por incompetência da ADS, que virou uma empresa de negócios. A BR-319 tem 500 quilômetros asfaltados e a gente precisa asfaltar o resto para ajudar na produção.

Berg: Faremos uma parceria com o Exército para tomar conta da BR-319.

Réplica Amazonino: A BR-319 é vítima de um lobby criminoso, não republicano. Quero delegação federal para o Estado asfaltar a estrada. Fiz isso na BR-174 e asfaltei a rodovia. O Alfredo me disse que já asfaltou 500 quilômetros da estrada.

Frank Souza, ex-presidente do Sinduscon-AM

O que os candidatos acham da posição sobre a Zona Franca dos candidatos a presidente? Quais alternativas vocês apresentam?

David responde e Lúcia comenta.

David: Meu governo foi o único que diminuiu impostos, o de combustíveis, em 2%. A macacheira do Amazonas vem do Ceará, cheiro-verde da Bahia, 60% produção de peixe do Amazonas se perde. O Amazonas precisa se tornar produtor de energia solar, com Luz para Todos feita nessa matriz.

Lúcia: Defendo a exploração mineral como alternativa econômica para o Amazonas.

David: O Governo do Amazonas, atenção eleitor, está planejando revisar tributos, incentivos fiscais, da Zona Franca. Quer taxar o gás de Urucu, que vem para Manaus, e traz R$ 240 milhões/ano. Esse projeto já está tramitando na Assembleia.

Augusto Carlos da Silva Sales, maçonaria, pergunta sobre energia limpa, Polo Gás-Químico e o que fazer para evitar a reinjeção do gás de Urucu?

Omar: O Amazonas reinjeta gás de Urucu, tem matéria-prima, mas está interligado ao sistema nacional de energia. Temos que investir na produção de energia solar e eólica, energias alternativas, que são limpas e podem virar produtos de exportação do Estado.

Wilson: Urucu produz 15 milhões de metros cúbicos/dia de gás e só 4 milhões são utilizados. Uma empresa do Polo Industrial de Manaus está se tornando independente em energia usando biodiesel de óleo de peixe.

Eric Bandeira de Melo, comércio, pede três exemplos de cortes de gastos que os candidatos planejam fazer.

Wilson responde e Amazonino comenta.

Wilson: Vamos aumentar a transparência e cortar cargos comissionados. A Casa Civil tem mais de 500 funcionários, com R$ 5 mil, R$ 6 mil de salários. E garantir o pagamento de fornecedores em dia.

Amazonino: A solução para resolver mesmo é uma reforma administrativa de governo, que só pode ser feita em quatro anos. Ou então “vamos fazer uma reforma avoenga que tentei fazer debalde”!!!!?.

Wilson: tem que acabar com o rouba mas faz. O Governo do Estado não tem intranet e ainda circulam papéis entre as secretarias.

Frederico Prudente indga sobre serviços e Educação

Berg responde e Omar comenta.

Berg: Vamos resolver a situação das APMCs e melhorar a remuneração de professores.

Omar: Vamos abrir 40 mil novas vagas em escolas de tempo integral.

Berg: Minha mãe, de 92 anos, é aposentada e ganha R$ 1,2 mil/mês. Vamos resolver isso, por respeito aos professores.

Ceará da Macacheira (que volta por sorteio e porque faltou um empresário) quer saber o que fazer com os 241 mil desempregados (?) do Amazonas.

Lúcia responde e David comenta.

Lúcia: Só tivemos pleno emprego no governo Dilma (???, na verdade a gestão Dilma terminou com 13 milhões de desempregados). e vamos fazer uma Sepror forte.

David: Silves tem empresa interessada em investir no Campo de Adulão e vai investir R$ 8 bilhões no Maranhão. O Maranhão abre as portas e o Amazonas dificulta com a burocracia.

Lúcia: Obrigado candidato porque o governo do Maranhão é comunista.

 

5º bloco, considerações finais.

David ganha direito de resposta para se defender da acusação de ter iniciado a compra de livros superfaturados: Cada deputado tem apenas R$ 1,4 milhão de emendas impositivas. Impossível o deputado Abdala ter feito emenda ou proposto compra de R$ 5 milhões.

Renuncio minha candidatura, mandato de deputado estadual e presidência da Assembleia se um centavo saiu dos cofres do Estado desses R$ 5 bilhões que o Amazonino diz terem sido pagos.

Considerações finais:

Lúcia: propostas que “vem de encontro” (ela quis dizer “ao encontro”) à população.

Wilson: hora de virar a página. Chega de obras que só aparecem no momento eleitoral. Chega do rouba mas faz.

David: Fui eleito deputado estadual ganhando um salário mínimo. Sei o que fazer para conduzir o Estado.

Berg: Vamos construir casas populares para gerar emprego e renda.

Omar pede desculpas pela rouquidão intensa: Quando fui governador construí 30 mil casas,  programa Viver Melhor para deficientes, Clínica Reabilitação para dependentes químicos. Vamos trazer isso de volta no nosso governo.

Amazonino: Sou um homem sublimado pela idade. Fiz a UEA, o Terceiro Ciclo, 40 hospitais no interior, 30 delegacias. Deixei o Estado organizado e volto, 15 anos depois, para tentar consertar o caos. Ninguém disse aqui como resolver os problemas. São como comentaristas de futebol que diz que deve mudar tais e quais posições, mas manda assumir o lugar do técnico!

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