06/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Fato ou boato? Grupo de Amazonino revela intimidade com supostos adversários nas redes sociais. Boato

Publicado em 13 de setembro, 2018

Reprodução dos prints que circularam em redes sociais. Foto: Reprodução

Nas redes sociais, especialmente em grupos de WhatsApp, circularam vários prints de possíveis conversas entre políticos que estariam aliados ao candidato à reeleição, Amazonino Mendes (PDT), tendo na pauta a sua eleição.

Em razão do bate-papo e dos nomes envolvidos, é fácil identificar que se trata de mais uma fake news na eleição. Com diversos aplicativos é possível simular conversas.

Gado e secretarias

Nos prints das prováveis conversas num grupo batizado de “Campaña”, estariam falando sobre votos em branco, nulos, sobre eleitores e segundo turno, com intimidade e, em alguns momentos, até tirando onda do que chamam de gado e de divisão de secretarias.

Os participantes seriam políticos como Bosco Saraiva (Solidariedade), Josué Neto (PSD), Dermilson Chagas (PP) e donos de blogs, como Marcelo Generoso e Marcell Mota, além de um empresário da comunicação.

Voto nulo

Em um dos trechos do bate-papo fake, Generoso diz “O nulo (voto) é de grande importância, pois quem vai sofrer com eles é o Braga, nossa boiada é destrada, nulo não tira voto aqui não…”

Sobre as abstenções, o contato identificado como Bosco Saraiva, ex-secretário de Segurança Pública, fala que “foram muitas abstenções. Em parte talvez por conta da falta de transporte gratuito. Mas por outro lado uma certa “indolência” dessas pessoas. Parece que não estão muito preocupadas com o Futuro do estado. Pois que Assim seja!”

Pau de arara

Em resposta, Dermilson fala: “Arruma pelo menos um pau de arara para levar esse povo para votar no 2@turno, pelo AmordiDeus”.

Em um outro trecho da conversa, Marcell Mota afirma que “funcionário público é sempre um problema; para o povo da zona Leste é só dá um pouquinho de atenção e pronto, agora funcionário público pede demais, e o voto tem o mesmo valor”. Conversando com ele, Tiradentes diz: “Exatamente, voto de funcionário público acaba saindo caro demais”.

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