
Coca-Cola desmente ameaça de deixar o Brasil, após corte de incentivos à Recofarma, instalada na Zona Franca de Manaus
A Coca-Cola enviou nota ao Portal do Marcos Santos desmentindo ameaça de saída do Brasil: “…a Coca-Cola Brasil não tem planos de deixar a Zona Franca de Manaus”, diz nota da assessoria. A informação foi publicada na edição impressa da Folha de S. Paulo e no UOL. O presidente Michel Temer e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, teriam sido comunicados da decisão de saída.
O jornal, reproduzido por este portal, afirma que o presidente do Brasil foi alertado, primeiro, no fim de junho. O alerta teria sido dado pelo presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes (Abir). Sem incentivo no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), fabricantes de refrigerantes ameaçam cortar 15 mil empregos em Manaus.
O segundo alerta teria vindo do próprio presidente da Coca-Cola Brasil, Henrique Braun. Ele teria ido a Jorge Rachid dizer que a matriz, nos EUA, quer definir a situação no País até fim do ano. A empresa, como as demais do Polo de Concentrados, admite IPI de até 15%. Antes da redução para 4%, pelo Governo Federal, a alíquota era de 22%.
Reiteramos que a Coca-Cola Brasil não tem planos de deixar a Zona Franca de Manaus, de onde, há 28 anos, sai o concentrado utilizado na produção de várias de nossas bebidas pelas 36 fábricas instaladas no país. O nosso compromisso com o Brasil é sólido e de longo prazo, numa trajetória que já soma 76 anos.
Nossos valores e práticas incluem diálogo e transparência com governos e com a sociedade brasileira.
Atuamos em 202 países sempre com total respeito às leis locais.
Em todo o Brasil, o Sistema Coca-Cola emprega 54 mil pessoas direta e outras 600 mil indiretamente na produção e distribuição de 213 produtos de 20 marcas. Só este ano nosso investimento no Brasil foi de R$ 3 bilhões, seguindo o mesmo patamar de 2017.
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