05/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Seinfra recupera trecho afetado por erosão na Estrada de Balbina

Publicado em 01 de fevereiro, 2012

O Governo do Amazonas está recuperando, por meio de ação preventiva da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), uma área localizada entre os quilômetros 17 e 18 da Estrada de Balbina (AM-240). A recuperação do trecho segue orientação do governador Omar Aziz, que determinou a sua recuperação imediata, pois a via é o principal acesso até a hidrelétrica de Balbina.

A Seinfra realizou um processo licitatório no qual a empresa Construtora Soma Ltda. foi vencedora e com a qual a secretaria já possui um contrato de manutenção, conservação e recuperação para toda a extensão da estrada. As obras do trecho citado serão realizadas dentro do contrato já existente e esta é a quinta erosão identificada de forma antecipada na rodovia. Outras quatro de menor porte já foram identificadas e recuperadas preventivamente.

O processo de recuperação da AM-240 vem sendo desenvolvido dentro das expectativas, e, no caso da erosão do km 17, o fenômeno ameaçava dividir a pista. Com o intuito de evitar maiores transtornos ao tráfego no local, a secretária de Estado de Infraestrutura, Waldívia Alencar, deu ordem para o início da recuperação imediata do perímetro e que fossem utilizados conhecimentos e tecnologias, como aquelas já empregadas nas mais de 20 erosões que já foram trabalhadas pelo Governo do Estado em Manaus, especialmente nas zonas Norte e Leste.

Conforme explicou o fiscal da obra na Seinfra, o engenheiro Rogério Genício Lucena, no projeto técnico estão previstos a construção de banquetas e de sistemas de drenagem superficiais e profundas para o escoamento das águas da chuva, assim como aparelhos para dissipação da energia e amortecimento.

De acordo com o engenheiro, os serviços servirão para recompor a forma da estrada, de modo a reestabelecer sua estabilidade. “Toda água da chuva sobre a pista será captada e drenada por meio do sistema até o lançamento sobre o terreno natural, e, finalmente, dissipar a energia da água de modo evitar o surgimento de novas erosões”, informou o engenheiro, acrescentando que a obra abrangerá uma área de 92 mil metros cúbicos.

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