
A defesa do delegado Gustavo Castro Sotero encaminhou pedido à juíza Mirza Telma da 1ª Vara do Tribunal do Júri para que o policial civil possa deixar as dependências da carceragem do Grupo Fera, na Delegacia Geral, onde está preso preventivamente, para ser submetido à uma avaliação médica por um pronto-socorro conveniado ao plano de saúde Hapvida que o delegado possui.
No documento que tem o timbre do Sindicato dos Delegados de Polícia de Carreira do Estado do Amazonas (Sindepol-AM), a advogada Carmen Romero requer ainda que o delegado seja submetido a um novo exame de corpo de delito, tendo em vista que os hematomas sofridos por Gustavo estão inchados e com coloração acentuada na área dos olhos.
As fotos obtidas pelo Portal do Marcos Santos mostram sinais leves de agressão, causados pelo murro que o advogado Wilson Justo deu no delegado, antes de ser assassinado com quatro tiros pelo policial civil, na madrugada de sábado (25), no bar Porão do Alemão na Ponta Negra. Além de Wilson, outras três pessoas também foram atingidas pelos disparos do delegado, uma delas a esposa de Wilson, Fabíola Rodrigues Pinto de Oliveira, 31.