
Sérgio Cardoso é dramaturgo, escritor e artista plástico com diversas exposições. Foto: Divulgação
O artista plástico, dramaturgo, teatrólogo e escritor Sérgio Cardoso é o mais novo imortal da Academia Amazonense de Letras (ALL), ocupando a cadeira nº 02, do patrono Euclides da Cunha, que ficou vaga com o falecimento do acadêmico Moacir de Andrade. A academia abriu inscrições para a cadeira e recebeu seis candidatos para a vaga. A eleição ocorreu neste sábado, 13, de manhã.
“O Sérgio Cardoso tem um trabalho marcante, é muito ativo e humilde, de um valor incrível como pessoa. Tem um conhecimento incrível e a academia ganha muito em dinamismo e energia. É um intelectual competente e que tem um grande trabalho prestado para a cidade de Manaus”, falou Rosa Britto, atual presidente da AAL.
Sérgio Cardoso, nascido em 1954, começou a pintar na década de 1970. Sua obra é marcada pela denúncia social e influencias da região e da destruição da natureza. Procurador do Estado, já participou de dezenas de exposições no Amazonas e no Brasil, e atua como Diretor de Difusão Cultural na Secretaria de Educação e Cultura (SEC), tendo obras no acerto da Pinacoteca do Amazonas. Em 2014 lançou uma das suas últimas obras com foco na dramaturgia, “O Livro do Teatro Urbano das Mulheres de La Zone”. Um dos principais textos do dramaturgo amazonense Sergio Cardoso é “Carmem de Lazone”.
História
Fundada em 1 de janeiro de 1918, a Academia Amazonense de Letras é a entidade literária do Estado do Amazonas. A AAL possui 40 cadeiras ocupadas por grandes nomes da literatura amazonense. Inicialmente a academia possuía a denominação de “Sociedade Amazonense de Homens de Letras”.
Seu objetivo principal é o cultivo do idioma e da literatura nacionais, bem como promover a cultura em todos os seus aspectos. Pela primeira vez está sendo presidida por uma mulher, a professora e escritora Rosa Brito, que cumpre mandato de dois anos (2016-2017).
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